Renata – Parte III

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Renata – Parte III
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Este conto é a parte final de Renata Parte I e Renata Parte II, postados aqui no Jardim do Prazer.

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Ela riu com o susto que tomei, e falou “Bonito, não? Sr. Márcio, o que é que o senhor acabou aprontando?”

“Eu? Vocês duas é que arquitetaram tudo aquilo, e agora eu é que sou o safado.”

“Sim senhor, o senhor mesmo, seduziu minha pobre e inocente amiga”, disse sorrindo.

Continuando com a brincadeira respondi “É verdade Renata, você tem toda razão. Foi muita cafajestada me atirar sobre ela daquele jeito, sem pensar nas consequências, mas Deus é testemunha do meu arrependimento. E você, meu bem, como foi o cafezinho com o Carlos?” Renata riu gostosamente, e se jogou sobre mim na cama.

Ficou me beliscando e apertando, até que a segurei e dei um longo beijo. Ela se deixou ficar em meus braços e ficamos abraçados por bastante tempo. Uma sensação muito gostosa, de carinho e tesão também, tomava conta da gente. Por fim se apoiando nos braços falou “bom meu querido, tenho a impressão de que seu amigo bebeu um pouco  demais, e por consequência só deu conta de meia xícara de café “, e rindo outra vez voltou a me beliscar através do lençol.

Esta brincadeira, e o contato com seu corpo fizeram com que eu acordasse novamente, o que Renata claramente  percebeu. Passando a mão de leve falou “hummmmm, o mocinho aqui está esperto outra vez? Será que ele quer continuar com aquilo que iniciamos à tarde?”

Aí, para minha surpresa se levantou, e saindo do quarto falou ”espera”. Não demorou a voltar, e trazia o mesmo óleo hidratante. Tirou o pijama, e ficando somente de calcinha começou a derramar o óleo em meu peito e pernas. Deu então início a uma leve massagem nos pés, subiu pelas pernas, barriga, peito e pescoço. Era uma preliminar apenas, muito mais para espalhar o óleo. Depois, ainda de calcinha passou nela mesma o óleo. Primeiro nas pernas, na barriga e finalmente nos seios onde se deteve um pouco mais, esfregando e apertando aquelas duas delicias. Enquanto fazia isto, me olhava fixamente, mexendo a ponta da língua entre os lábios.

Foi então que a coisa começou a ficar boa. Renata deitou-se sobre mim, e como uma serpente ia raspando seus seios desde a barriga até o meu rosto, e depois voltava. Neste vai e vem sua buceta também se esfregava na minha perna e no volume já bem grande que se formara dentro da cueca.

Eu estava louco de tesão e ela não menos. Dava para perceber pela respiração. Num destes movimentos de descida, sua barriga forçou minha cueca para baixo, deixando meu pau sair um pouco expondo a cabeça já inchadíssima.

Renata veio descendo beijando o meu peito, passou a língua em minha barriga, virilha, chegando cada vez mais perto, até que deu beijo na ponta e deixou a língua correr pela glande. Soltei um gemido de prazer e ergui minha cintura em direção a ela.

Com os dentes começou então a tentar tirar minha cueca, e nisto meu pau ficava roçando em seu rosto. Renata parecia querer me torturar com aquela brincadeira. O prazer que eu sentia era simplesmente indescritível. Por fim, enfiando os dedos pelas laterais, puxou-a até meus pés.

Tirou então a calcinha e sentando-se de frente sobre o meu peito começou a se mexer para frente e para trás. Quando meu pau tocava em sua bunda ela se remexia, e subia novamente. Por fim sentou-se sobre ele e começou a se esfregar lentamente. Eu segurava seus seios e massageava os biquinhos.

Renata passou a gemer mais alto, e seus movimentos em meu pau foram ficando mais rápidos. Ela parecia descontrolada, até que finalmente enfiando as unhas em meus braços gozou. Seu corpo tremia todo, e com a respiração ofegante ficou me segurando com força.

É uma sensação e tanto ver uma mulher gozar, e Renata ainda mais. É algo muito intenso nela, prolongado, quando ela se deixa levar totalmente pelo momento. Devagar foi parando de se mexer, até que abaixou a cabeça em minha direção e me deu um leve beijo nos lábios. Com a cabeça encostada em meu peito ficamos abraçados por alguns instantes.

Finalmente ela se ergueu, e virando-se, com as costas para mim, sentou outra vez sobre mim. Segurou meu pau e começou a brincar com ele. Suas mãos iam da cabeça a base, em movimentos bem lentos. Apertava de leve, e por vezes ficava passando apenas os dedos na cabeça.

Foi então, quando se abaixando para esfregá-lo entre os seios,escorregou um pouco para trás, me oferecendo uma visão integral de sua bunda, ânus e vagina. Não pude me conter, puxei-a pelas nádegas e comecei a chupar sua buceta. Ela gemeu fundo e empinando levemente ficou rebolando em meu rosto. Deixei minha língua então subir e descer, passando de leve em seu ânus. Porém ao primeiro toque, ela parou de se mexer, e apertou o meu pau com força.

Fiquei em dúvida se continuava, mas resolvi arriscar, e devagar fiquei circundando com a ponta da língua. Renata voltou a acariciar o meu pau, e passou a gemer mais alto. O sinal foi claro, e passei a lamber com mais intensidade, deixando por vezes a língua penetrar um pouco.

Ela se mexia toda esfregando a bunda em meu rosto. De repente ela se ergueu, e baixinho pediu “me fode Márcio, quero sentir o teu pau todinho dentro de mim…”, e pegando o frasco de óleo me lambuzou inteirinho.

Virando outra vez de frente para mim, ficou de cócoras, e com uma mão passou a esfregar meu pau em seu cu. Foi deixando a cabeça entrar bem devagar, enquanto suspirava com os dentes cerrados. Estava difícil. Ela então passou um pouco mais de óleo e começou tudo de novo. Devagar, e ainda me segurando, foi deixando entrar tudo.

Quando sua bunda encostou em minhas pernas, ela apoiou as mãos em meu peito, e começou a se mexer de leve. Primeiro de lado, bem devagar, depois se erguendo um pouco e descendo novamente, apenas sentindo tudo aquilo dentro dela. Renata estava de boca aberta e gemia baixinho.

Segurando sua cintura comecei a erguê-la um pouco mais. Nossos movimentos foram acelerando, e os gemidos se transformando em gritos abafados. O tesão foi aumentando, e ela passou a me cavalgar freneticamente, deixando meu pau quase escapar. Eu não conseguia mais me segurar, sentindo aquele cusinho apertando o meu pau, até que, puxando-a com força para baixo gritei “VOU GOZAR”, e com urro explodi dentro dela.

Acho que isto, e me sentir esguichar dentro dela, foi o suficiente para Renata gozar também. Ficamos nos contorcendo por longos minutos, com ela ainda sentada sobre mim, e tentando restabelecer a respiração. Por fim ela escorregou para o lado, apoiou a cabeça em meu peito e me abraçou.

Não sei dizer por quanto tempo ficamos assim entrelaçados. Mas era uma sensação deliciosa sentir o calor de um corpo encostado ao outro. A impressão era de que o relógio havia parado para nós. Provavelmente adormecemos assim.

Acordei no domingo já bem tarde, quase meio dia, e Renata não estava mais em meu quarto. Fui tomar banho, e enquanto deixava a água correr, pensava em como seria este dia. Será que um ar de constrangimento iria nos cercar?

Eu imaginava isto como muito provável, mas no final o que estava feito, estava feito, e não havia como fugir da situação. Coloquei uma roupa, e saí ao encontro do imprevisível.

O dia mais uma vez estava maravilhoso. Sol a pino, e um céu totalmente azul sem nuvens. Não havia ninguém a vista, mas ao lado da piscina estava montada uma mesa de café da manhã com quatro lugares. Dava para perceber que dois deles já tinham sido ocupados. Ouvi uma porta de vidro correr, e quando me virei, Renata vinha ao meu encontro. “Bonjour meu querido, dormiu bem?”, falou dando um beijo em meu rosto. “Nossa Renata, como uma pedra, acho que foi mais para um desmaio!” Sorriu, e olhando ao redor completou “E os dois, onde estão? Parece que eles já tomaram café.” “Meu amor, não faço a menor idéia, acabei de acordar. Mas venha, vamos sentar e comer, eu estou morrendo de fome.” Tomamos nosso café, e depois fomos nos esticar nas espreguiçadeiras ao lado da piscina.

Não demorou muito, Sílvia e Carlos apareceram , subindo pelo gramado que dava da represa. “Bom dia pessoal, ou melhor, boa tarde”, disse Carlos chegando até nós. “Vocês dormiram bem?”

“Otimamente” respondi, enquanto olhava de um para o outro procurando por algum sinal diferente, mas nada me pareceu anormal, e Carlos continuou “Eu apaguei completamente, e hoje cedo estava com a cabeça do tamanho de uma melancia. Mal consigo lembrar o que aconteceu ontem a noite durante o jogo”, falou sorrindo naturalmente.

Sílvia também agia normalmente, era como se o ontem não tivesse existido. Antes assim, mas em certo momento percebi que ela deu uma piscadinha para Renata.

Bom resumindo, o restante do dia correu de forma absolutamente normal, e nada relacionado à noite anterior chegou a ser mencionado. Tivemos um almoço leve, ótimo para contrabalançar com os excessos do dia anterior, regado apenas a água e sucos, e no final da tarde retornamos todos para São Paulo.

Este foi mesmo um final de semana bastante interessante, e carregado de emoções. Vários outros aconteceram com este casal de amigos, e também repletos de surpresas, mas estes eu vou relatar outra hora.

Já Renata, depois deste dia, desapareceu por completo de minha vida. Não a vi mais. Tentei contatá-la inúmeras vezes, mas seu celular passou a dar apenas caixa postal. Também deixei vários recados com a secretária de seu escritório, mas para nenhum deles houve retorno.

Uma pena, pois havíamos compartilhado de momentos muito INTERESSANTES, CURIOSOS E APETITOSOS.

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