Renata – Parte II

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Renata – Parte II
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Este conto é a continuação de Renata Parte I, postado aqui no Jardim do Prazer.

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Fiquei ali sentado ainda um pouco, até que também resolvi ir pro chuveiro. Depois do banho, me deitei, e acabei cochilando. Acordei sobressaltado com batidas na porta.

– Quem é? perguntei, enquanto me enrolava na toalha de banho já que ainda estava nu.

– Sou eu Márcio, Renata, aconteceu alguma coisa?

Abri a porta e deixei-a entrar. “Não aconteceu nada, acho que acabei cochilando.”

“Já estávamos ficando preocupados, pensamos que você tinha morrido”, disse sorrindo.

Renata com um vestido solto estava absolutamente deliciosa. De imediato os acontecimentos da tarde vieram a minha mente, e comecei a ficar excitado. Meu pau começou a levantar a toalha apontando para frente. Ela percebeu o volume que se formava, se aproximou de mim, e tocando de leve com a ponta dos dedos sussurrou em meu ouvido “fico lisonjeada com estas tuas demonstrações de afeto meu querido, mas agora não é hora de pensar em sacanagem Márcio.”

Afastou-se e saindo completou “o Carlos já está preparando as pizzas, não demora.”

Vesti rapidamente uma bermuda, camiseta polo, e fui ao encontro deles. Mais uma vez nossos anfitriões deram uma aula na arte de servir bem. A mesa havia sido montada ao lado do forninho,e decorada a luz de velas. Um pouco mais ao canto um aparador, com queijos e outras coisinhas para beliscar. Até uma adega média havia sido trazida para fora.

A noite estava simplesmente maravilhosa com um céu limpo e totalmente estrelado, além da lua refletindo sobre a represa. Estava um pouco fresco, mas o forno e vários daqueles aquecedores externos a gás deixavam o espaço em que nos encontrávamos muito agradável. Uma música muito gostosa também saia das caixas de som espalhadas estrategicamente, ou seja, tudo apontava para um final de dia perfeito.

E que final de dia. Eu mal podia imaginar as surpresas que ainda estavam por vir. Sílvia e Renata estavam sentadas, bebericando um vinho, enquanto Carlos cuidava da lenha no forno. Quando me aproximei ele disse “vejam quem finalmente apareceu, o nosso amigo dorminhoco”, e foi logo me servindo um whisky. Cumprimentei as duas com um beijinho no rosto, e não pude deixar de observar o maravilhoso decote de Sílvia.

Até então não tive oportunidade de comentar sobre ela, mas Sílvia é o que podemos classificar de um mulherão. Alta, cabelos loiros, pernas longas e bem torneadas, e um par de seios verdadeiramente fantástico. É do tipo de mulher que atrai os olhares de todo mundo quando chega a algum lugar. Além disso, é extremamente simpática, e está sempre com um sorriso no rosto. Resumindo, o sonho de desejo de qualquer marmanjo.

Deixando de lado estes detalhes, me encostei ao lado do forno e fiquei papeando com Carlos, enquanto ele se ocupava com o abastecimento de lenha. Na mesa a conversa das duas corria solta. Vez por outra cochichavam e caiam na gargalhada. Parecia que estavam se divertindo, e muito, com alguma coisa. Observe-se também que elas já haviam terminado com uma garrafa de vinho, o que as deixava bem mais descontraídas.

Quando o forno atingiu a temperatura certa, Carlos começou a preparar as pizzas. “Pessoal a primeira fornada já vai sair, Márcio, por favor, sirva vinho para todos”. Quando fui pegar o vinho, pude perceber que a escolha havia sido excelente. Um Rubizzo Chianti Colli Senesi, perfeitíssimo para acompanhar uma pizza. É um Sangiovesi com boa acidez, de taninos bem marcantes, e que tem um final interessante de frutas vermelhas. Um Chianti que deixa uma sensação muito agradável de frescor, e é do tipo de vinho que vai pedindo outras taças.

Pizzas, vinho, papo agradável, impossível ser melhor, mas à medida que as garrafas de vinho iam se esvaziando, o teor das conversas também foi mudando, e passou a enveredar por caminhos mais ousados, como a vida de casados, descasados e do tempo de solteiros. Já estávamos todos meio altos, e várias lembranças do passado começaram a ser puxadas pela memória. Da época de faculdade, festas, namorados e namoradas e afins.

Muitas histórias interessantes, curiosas e apetitosas foram narradas, o que fez com que a temperatura ambiente subisse bastante. Sílvia era a que estava mais falante, e em certo momento perguntou “que tal um joguinho, eu adoro mega senha? O que vocês acham?” Eu nem imaginava que tipo de jogo poderia ser, e perguntei “que jogo é este?”

Foi Renata quem respondeu “É um jogo de adivinhar palavras, e se joga em duplas. É super divertido. Eu topo.” “Por mim está bem” disse Carlos, “vou buscar o jogo.”

Aproveitei para servir o resto de vinho, e abri outra garrafa. Enquanto Carlos não voltava, Sílvia passou a me explicar as regras do jogo. Parecia interessante, e ficou ainda mais com as variações que as duas sugeriram depois. “Renata, vamos levar os pratos para a cozinha, enquanto os rapazes preparam a mesa.” O efeito do vinho era visível, e no caminho para a casa falavam baixinho e riam. Com certeza estavam planejando alguma coisa.

Ao voltarem Sílvia foi logo dizendo “Renata e eu resolvemos mudar ligeiramente as regras do jogo, incrementar um pouco para deixar mais emocionante. Vamos fazer uma strip mega senha. Que tal?” Aquilo me pegou de surpresa. Olhei para Renata que sorria e me deu uma piscadela. Então me voltei para o Carlos, que pela expressão também parecia estar um tanto surpreendido. Ele perguntou “mas com vai funcionar isto?”

“Querido é o seguinte. Ao invés de ir acumulando os prêmios, a cada rodada que termina, um dos membros da dupla perdedora tira uma peça de roupa. Ai começa tudo de novo. As duplas que pensamos serão Renata e eu, você e o Márcio.”

Eu por mim estava totalmente dentro, já imaginando tudo que poderia acontecer, e bastante curioso com os desdobramentos, mas tinha que ficar neutro, e deixar a decisão nas mãos de Carlos. Afinal os casados eram ele e Sílvia. Ele se recostou na cadeira e enquanto pensava bebericava do seu vinho olhando para as duas. Por fim respondeu “acho que vai ser divertido Márcio. Vamos mostrar para estas duas como se joga este negócio aqui. Meninas preparem-se”, e começou a embaralhar as fichas das palavras chave.

Posso afirmar que, por mais que a brincadeira estivesse me agradando, fiquei intrigado. Não conhecia este lado dos meus amigos. Tínhamos até uma certa intimidade, mas nada que chegasse a este ponto. Algo assim jamais teria passado por minha cabeça e com relação à Renata. Pelo jeito eles se conheciam muito bem, ou ao menos Sílvia e ela, para sugerir uma coisa dessa.

As duas se sentaram, e Sílvia encheu nossos copos. Sorteamos, e nós dois é que seriamos a dupla a começar. Eu dava as dicas e Carlos tinha que adivinhar. Estávamos indo bem, mas na quarta palavra a coisa desandou, e no final acertamos só três. Foi então a vez delas, e acertaram as cinco palavras. A gozação foi geral, mas ainda haveria a segunda rodada. Carlos dava as dicas e eu adivinhava. Ele foi a chave do sucesso, e acertamos as cinco. Elas por sua vez erraram duas, e ficou tudo empatado.

Estava mesmo divertido, e o vinho continuava correndo solto. Veio a segunda rodada, e nesta levamos a melhor. Agora é que a coisa ia começar a ficar boa. Qual das duas iria tirar a primeira peça de roupa. Renata estava de vestido, e para minha alegria, ambas decidiram que seria Sílvia. Ela então se levantou e lentamente começou a tirar a blusa. Carlos aplaudia, enquanto Sílvia dava seu show. Puxou a blusa por sobre a cabeça, deixando aparecer aquelas duas maravilhas, claro que ainda meio encobertas pelo sutiã.

Digo meio, pois pareciam querer saltar para fora. Ela rodou a camiseta no alto e a lançou na piscina. Carlos então falou, “Vamos lá Márcio, a próxima da fila agora é a Renata. Não vamos dar nenhuma chance para elas.” A risada foi geral, e continuamos com o jogo. Não sei se a visão daquelas duas maravilhas ao meu lado tirou minha concentração, ou se já era efeito do álcool, mas as três rodadas seguintes foram desastrosas para nós.

Ao fim delas, Carlos já estava sem camiseta, e eu apenas de cuecas. Teríamos que reagir, ou caso contrário, a brincadeira poderia terminar de maneira diferente daquela que eu estava imaginando. Parece que minhas preces deram resultado. Na rodada seguinte, Renata teve que se desfazer do vestido, ficando apenas de calcinha e sutiã. Ela mais uma vez, ensaiando uma strip girl, tirou-o lentamente, e jogou na piscina. Isto incendiou o jogo novamente.

Carlos estava animadíssimo, e não desgrudava os olhos dos seios de Renata. As outras duas rodadas também foram a nosso favor, e com isto Silvia perdeu o shorts e Renata o sutiã. Isto fez com que meu companheiro de jogo perdesse totalmente a concentração, e na rodada seguinte perdeu a sua bermuda. O estado alcoólico dele era visível quando foi jogá-la na piscina, o que resultou numa risada geral por parte de todos nós.

Outra coisa que não passou despercebida para as meninas foi o grau de excitação de Carlos, uma vez que seu membro nitidamente se desenhava sob a cueca. A coisa começou a esquentar mesmo, quando na continuação as meninas perderam, e Sílvia teve que tirar o sutiã. Foi quando tivemos um show à parte. Ela se levantou, e bem devagar foi soltando o fecho nas costas enquanto dançava lentamente acompanhando a música que tocava ao fundo.

Aproximou-se de Carlos e encostando os seios ainda cobertos em seu rosto ficou se esfregando, enquanto ele acariciava suas nádegas. Renata e eu acompanhávamos aquela cena, paralisados, apenas esperando o que viria a seguir. Aí ela se voltou e veio em minha direção. Chegando ao meu lado deixou o soutien correr pelos braços, deixando totalmente a mostra aquelas duas maravilhas. Segurando por uma das alças, começou a passá-lo em meu rosto. Eu podia sentir a fragrância de seu perfume, e não conseguia desgrudar os olhos daquelas delícias que se mexiam a minha frente.

Sílvia então deixou o sutiã cair em meu colo, estendeu a mão em minha direção, e disse “vem, vamos dançar”. Eu estava como que hipnotizado, segurei sua mão e me deixei levantar. Ela passou os braços por meu pescoço, aproximando seu corpo do meu, e começou a se movimentar acompanhando a música. Inútil mencionar que meu pau ficou duro no mesmo instante. Sílvia também percebeu e encostou-se ainda mais em mim. Perdi totalmente a noção de tempo e espaço, era como se apenas nós dois estivéssemos ali.

Ao ritmo da música ela foi fazendo com que nos afastássemos da mesa, e chegando perto da piscina me deu uma leve mordida na orelha e sussurrando “vamos entrar” me puxou para dentro. Ainda bem que a água era aquecida, mas mesmo que não fosse eu acho que não iria nem sentir. Ela me abraçou, e se esfregando em mim passou a me beijar e me morder no pescoço e ombros. Suas unhas arranhavam minhas costas, e dava para perceber como estava excitada.Fiz com que se virasse de costas, e comecei a acariciar seus seios, massageando os biquinhos entre os dedos. Encostei meu pau em sua bunda e comecei a me mexer entre suas nádegas. Suspirando baixinho ela colocou as mãos para trás e começou a abaixar minha cueca. Ela se virou para tirá-la completamente, e eu então enfiando meu rosto entre seus seios comecei a beijá-los, chupar e morder.

Sílvia se contorcia toda, me segurava pelos cabelos com uma das mãos enquanto com a outra acariciava a cabeça de meu pau, que latejava entre seus dedos. Gemendo de prazer falou “ai Márcio, que gostoso, me chupa todinha ….. ai que tesão”. Peguei-a então pela cintura, e fiz com que se sentasse na borda da piscina. Neste meio tempo vi que Carlos e Renata haviam desaparecido. Não sei para onde foram, mas isto era o que menos importava naquele momento com Sílvia bem ali de frente para mim. Puxei sua calcinha, e abrindo suas pernas mergulhei a língua naquela buceta já totalmente molhada.

Apoiada nos cotovelos ela ia mexendo a cintura acompanhando meus movimentos. Às vezes apertava minha cabeça com as coxas e depois soltava. Eu passava a língua de cima para baixo, de um lado para o outro, e enfiava a ponta até onde alcançava. Ela estava excitadíssima, e entre gemidos falava:

– Continua, Márcio. Me fode com essa língua gostosa, não para. Eu quero gozar! Não para! Continua! E logo explodiu em um orgasmo intenso.

A cada contração que vinha, ela me apertava entre as pernas, enquanto eu podia sentir o gosto de seu gozo. Sílvia ficou algum tempo assim apoiada, até que apoiou os pés em meu peito, me empurrou de leve e levantando disse “já venho” e saiu em direção à sauna. Não demorou muito voltou com algumas toalhas, estendeu na borda, e deitando-se me chamou com o dedo. Sai da água e fiquei de joelhos com ela entre minhas pernas. Sílvia pegou meu pau e começou a esfregá-lo nos seios. Sua respiração foi acelerando junto com os movimentos, e quando a toquei entre as pernas ela disse “Márcio, vem todinho…quero sentir este pau gostoso dentro de mim….vem….vem.”

Ainda de joelhos fiquei de frente para ela, ergui suas pernas e passei a esfregar a cabeça na entradinha. Deixava entrar um pouco e tirava. Queria deixá-la louquinha e estava conseguindo, pois ela se empurrava contra mim e falava “põe tudo seu safado, não me tortura… enfia tudo.” Fiquei brincando um pouco, até que a segurei firme pelas pernas e deixei escorregar até o fundo. Sílvia deu um grito e começou a se movimentar como uma louca. Gemia, gritava, parecia estar fora de si. Eu também já estava louco de tesão, e fui acelerando os movimentos. Até que com ela enfiando as unhas em meu braço, gozamos. Foi uma coisa muito forte. Ficamos o que pareceu ser uma eternidade, nos contorcendo de prazer.

Finalmente me soltei sobre ela, sentindo as suas mãos acariciando minhas costas. Ficamos abraçados por um longo tempo, até que o ar frio da noite começou a incomodar. Sílvia então passou as costas da mão de leve por meu rosto, me deu um beijo, e saiu em direção a casa. Eu ainda fiquei ali deitado um pouco, pensando em tudo aquilo que havia acontecido. Tinha sido uma loucura mesmo.

Como será o day after quando estivermos todos sóbrios frente a frente. Será que todos os acontecimentos desta noite viriam a interferir em nossos relacionamentos dali para a frente? Difícil de saber, ainda mais com a cabeça cheia do jeito que estava. Por fim peguei as toalhas, larguei-as na sauna, e fui para o meu quarto. Tomei um banho rápido, me joguei na cama, e ainda pensando em tudo peguei no sono. Não sei quanto tempo passou até eu acordar assustado com um barulho.

Vi então Renata de pé ao lado da cama. Instintivamente puxei o lençol sobre mim, mesmo estando de cuecas. Dava para ver que ela tinha acabado de tomar banho. Os cabelos ainda estavam meio molhados, e vestia um pijama curto.

 

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O que será que Márcio vai responder para Renata depois dos acontecimentos? Se quiser descobrir, aguarde a parte III deste conto aqui no Jardim do Prazer.

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