O Encontro

O Encontro
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O Encontro

Ao chegar na cidade, você liga para mim e marcamos nosso encontro para o domingo à tarde. Fico hiper ansiosa para revê-lo. Penso em qual roupa vou usar, qual sapato, perfume e calcinha… Calcinha melhor nem usar. Mentalmente escolho tudo, pensando em cada detalhe da minha produção. Um misto de alegria, de felicidade, de êxtase. Ah! Como é bom sentir tudo isso novamente. Isso é melhor que qualquer entorpecente.

Já são quase 13h, falta muito pouco para estar em seus braços, sentindo seu cheiro, seu gosto, sentindo você, meu amor. O tempo passa lentamente. Sigo me arrumando de acordo com a produção que imaginara antes. Decido não usar nada por baixo do vestido. Uau!

A hora tão esperada chegou. Pego as chaves do carro e saio. Lógico que passo em frente à sua casa para ver se já me esperas no local combinado. Certificando-me disso, sigo meu caminho com meu coração acelerado. Ao ver o seu carro, nossa que frenesi, que sensação deliciosa, tenho quase um orgasmo involuntário. Paro. Entro no seu carro, e apenas trocamos um olhar, o qual já diz tudo que gostaríamos de dizer um para o outro. Procuramos um lugar discreto, onde o nosso mais íntimo segredo não seja ameaçado.

O carro para, um grande silêncio se faz. Temos tantas coisas para dizer um para o outro, mas para quê perder tempo? Você procura minha mão, a segura e aperta levemente. Ergo meus olhos até encontrar os seus e os fito como se estivesse tentando escanear cada pedacinho de você. Levo minhas mãos até seu rosto e me aproximo. Meus lábios estão a poucos milímetros dos seus, pronuncio com a voz embriagada de tanto desejo “quero você, como jamais quis homem algum”. Meu corpo queima de desejo, nossos lábios se encontram, nossas línguas duelam num combate onde presa e predador se confundem e se fundem no mesmo prazer. Suas mãos procuram meus seios e encontram meus mamilos rijos esperando seu carinho, seu toque, sua boca para devorá-los. Minha xoxota já se derrete e delata, esperando a invasão deliciosa do seu cacete. Procuro sua braguilha, abro seu zíper e puxo para fora seu “pau com as bolas e tudo” e começo a chupá-lo do jeito que você gosta, apreciando cada centímetro dele.

Hum! Trocamos de lugar, você passa para o banco do carona, assim ganhamos mais espaço para nossa performance amorosa. Encaixo-me em seu colo, de frente para você, sentido cada pedacinho de seu cacete me penetrando, cavalgo nele alternando com movimentos rápidos e lentos, enquanto meus peitos batem em sua cara e você os morde, lambe, chupa. Suas mãos seguram firmemente meu bumbum puxando contra seu corpo, chego a sentir seu dedos tocando meu ânus, o que me excita ainda mais. O resto da história fica por conta da sua imaginação.

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Conto escrito pela leitora Lili.

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