A Minha Gueixa

japan
A Minha Gueixa
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Estávamos em plena primavera, as flores de cerejeira eram abundantes em toda a extensão do jardim do castelo que nos abrigava. Sou um samurai conhecido por todos os grandes senhores da região. Já matei milhares de homens. Isso trouxe minha fama, junto com riquezas, respeito e satisfação pessoal, mas junto disso também me trouxe uma indiferença pelos outros humanos, sequer sinto que somos da mesma espécie.

O castelo que estávamos acampados foi conquistado a muito tempo atrás. Seu atual senhor é amigo do senhor que eu sirvo, me trata muito bem, pois sabe como minha espada é manchada em sangue. Me cedeu um quarto individual, regalia só oferecida aos mais nobres. Já era noite, enquanto os outros homens jogavam e bebiam resolvi me recolher aos aposentos oferecidos a mim.

Abri a porta de correr e ao ver seu interior, um quarto de aproximadamente 5×5, todo de madeira, com um bonsai à janela, que estava fechada, uma cama simples porem bem arrumada, e em seu carpete uma linda garota, uma gueixa, de aproximadamente 1,50m, cabelos negros presos em coque, com sua face maquiada, branca ressaltando suas sobrancelhas e sua boca pintada num vermelho vivo e seus olhos virginais. Usava um quimono de seda rosa e meias brancas.

— Dispa-me, mulher — falei em tom de autoridade.

A moça se levantou e começou a retirar o cinto que prendia meu quimono e minha espada. Eu a agarrei pelo pescoço e levantei para que não precisasse olhar para baixo ao falar com ela.

— Você fará tudo o que eu mandar hoje, e não quero ouvir uma palavra da sua boca — então a soltei.

Ela caiu no chão sem fôlego e acenou que sim com a cabeça. Continuou seu trabalho, tirou meu cinto, tirou a parte de cima de meu quimono, tirou minha calça e me fez ficar nu em sua frente. Ela estava ajoelhada, meu membro enrijecido mostrava quem tinha o poder ali, seus olhos o desejavam, ele era praticamente do tamanho de sua face. Ela veio em direção para chupá-lo, desferi um tapa em seu rosto que a fez cair no carpete.

— Vadia! Não te dei permissão para isso — falava enquanto a segurava pelo cabelo e pressionava contra o chão. — Você só deve fazer o que eu mandar! Mas agora que você quer me chupar eu vou fazer você me chupar.

Fiquei em pé enquanto a segurava com uma das mãos pelo cabelo, com a outra dava tapas em sua cara.

— Abra essa sua boca — ela abriu. — Isso, como uma cadela obediente — forcei todo o meu membro para dentro de sua boca, ela não conseguia respirar.

Ela começou a lacrimejar e sua maquiagem a se borrar. Suas mão seguravam minhas coxas e percebi que nem precisava colocar mais força para fazer com que ela ficasse ali, ela queria aquilo. Então soltei seu cabelo, ela me chupava, engolia meu membro até o fim e depois voltava a lamber a glande. Deixei ela aproveitar por uns 5 minutos, afinal fazia bem aquilo. Até que desferi um tapa com as costas da mão, ela girou e caiu de quatro, espero ter deixado alguma cicatriz. Com ela de quatro rasguei seu quimono e o joguei de lado. Ali estava ela com todas as suas partes rosadas. Estapeei sua bunda para deixá-la vermelha e penetrei sua parte feminina. Ela gemeu, num misto de prazer e dor, não que me importasse. Coloquei um de meus dedos em seu ânus, enquanto a possuía. Ela era realmente apertada. Aos poucos fui introduzindo mais e mais dedos, até que minha mão inteira estava dentro dela. Tirei minha mão, sentei na cama e a coloquei em meu colo enquanto penetrava seu ânus.

— Vaca estúpida — eu disse. Ela gemia, praticamente delirava.

Eu a levantava, para cima e para baixo, seus peitos balançavam, seu ânus era ainda mais apertado. Então percebi que o auge estava a chegar, esperei até o último minuto, a joguei no chão.

— Ahh — gozei em seu rosto. Ela lambia tudo o que podia.

Aquilo foi realmente bom, devo ter demorado alguns minutos para recobrar a consciência. Estava em pé, ela no chão limpando seu rosto com a língua e chupando seus dedos. Bati em seus mamilos rosados.

— Vamos saia daqui, eu preciso dormir.

Ela pegou os restos de seu quimono se levantou e saiu. Eu me deitei, não sei o que houve com ela, provavelmente foi estuprada pelo exército que invadiu aquele castelo dois anos depois, mas pouco me importo.

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Conto Erótico — A Minha Gueixa — Jaridm do Prazer
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Um samurai honroso conta sua relação com uma gueixa no castelo de seu senhor. Seu relacionamento com ela é de dominação e sadomasoquismo.
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