Marido emprestado

Lídia acabou emprestado o marido para que eu pudesse brincar um pouquinho, já que Cláudio não estava pronto para a minha primeira vez por trás.
Marido emprestado
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Me chamo Carla e tenho trinta anos. Sou branca, 1,70 de altura, cabelos louros e bem compridos até os ombros. Seios médios e bunda redondinha e arrebitada. Tenho, como dizem por aí, um corpão modelado a custa de muita malhação.

Sou casada com Cláudio, um homem maravilhoso a quem amo muito e com quem tenho dois filhos. De todas as experiências sexuais que conheço, uma ainda não tinha conseguido realizar. O sexo anal. Desde que nos casamos que meu marido tenta me comer por trás, mas não consegue, pois sinto muita dor e ele acaba desistindo. Porém, eu sinto que ele quer muito e eu gostaria de poder realizar o seu desejo.

Certa manhã, a Lídia (branca, cabelos negros, lisos e compridos e corpo perfeito), minha melhor amiga desde os tempos de escola, foi em casa tomar sol comigo na piscina. Nós duas, como de costume, estávamos usando nossos biquínis (eu azul e ela branco), super cavados, exibindo nossos belos corpos que, segundo meu marido, deixaria um exército inteiro de pau duro só de nos olhar.

Estávamos as duas deitadas uma ao lado da outra tomando sol à beira da piscina e fofocando, coisas de mulher, quando surgiu o assunto sobre nossa vida sexual com nossos maridos. Eu e a Lídia somos como irmãs e muito apegadas, desde criança. Fomos criadas praticamente juntas e confiamos uma na outra. Sabemos quase tudo a respeito.

– O Gerson – dizia ela – apesar dos seus quarenta anos, tem um fogo desgraçado. Quando nós transamos ele me deixa exausta, em frangalhos mesmo. Nunca vi tanta excitação em um homem só.

– Eu e o Cláudio temos uma vida sexual bem ativa também e só tem uma coisa que ele deseja muito e eu não consigo fazer. Disse eu com uma tristeza na voz.

– O que é? Ela me perguntou.

– Você vai rir se eu contar. Respondi.

– Agora você via ter que me contar! Senão,  não vou ter paz. Vamos, desembuche! Conta logo! Disse ela sentada, me olhando fixo por cima dos óculos escuros.

– Sexo anal! Disse eu meio encabulada.

– Só isso!? Ela gargalhou.

– Dói muito, Lídia, não consigo. – Disse eu com voz chorosa.

– Dói nada! É o Cláudio que não está sabendo fazer direito. Além do mais, se doer é só um pouquinho na primeira vez, depois você se acostuma. Nas outras vezes entra fácil fácil. Uma delícia. – Disse ela.

– Você faz com o Gerson? Perguntei.

– Toda vez que a gente transa. – Respondeu.

– E não dói?

– Eu também achava que doía no começo e morria de medo, mas o Gerson foi me tranquilizando, dizendo que sabia fazer, que não ia doer nada e que eu ia gostar muito. Até que um dia eu deixei e, quando dei por mim ele já estava com o pau inteirinho dentro. Me respondeu de novo.

– E você gostou? Perguntei curiosa.

– Adorei. Riu.

– O danado sabe mesmo como comer uma mulher. É uma delícia, você não sabe o que está perdendo.

– Não sei, com o Cláudio dói demais. Disse eu, irritada.

– Ora, boba, como eu disse, é só na primeira vez, depois você acostuma e não dói mais.

– Me empresta ele? Disse eu, levantando de um pulo e sentando ao lado dela.

– O quê? – Disse ela, espantada.

– Me empresta o seu marido por algumas horas. – Disparei, novamente.

– Você tá brincando, né? Disse ela, sem entender.

– Não, eu estou falando sério, Lídia. Não tem nada de mais. Ele apenas vêm, faz anal comigo para abrir caminho para o Cláudio e pronto, acabou, a gente continua sendo amiga. Afinal, eu não tenho a intenção de ter nenhum relacionamento amoroso com o Gerson. Eu amo o Cláudio. Disse eu, acariciando suas mãos entre as minhas enquanto ela me olhava, atônita.

– Há quanto tempo a gente é amiga? Você se lembra de quando éramos adolescentes e nos acariciávamos e beijávamos e pensávamos que éramos lésbicas? Até que conhecemos os encantos de um  bom cacete. Respondeu ela, sorrindo para mim.

– Então! Nunca ninguém ficou sabendo dessa história – Disse eu – Ficou apenas entre nós duas. Assim como este lance fica apenas entre nós de novo. Eu juro.

– Está bem, amiga! Não sei por que, mas de você eu não consigo sentir ciúmes. Eu te empresto o Gerson por uma noite. Disse ela, depois de pensar alguns minutos e me abraçou.

– Primeiro nós temos que ver se ele vai aceita, né amiga? Perguntei para ela, envergonhada.

– Você acha que ele vai recusar uma mulher gostosa como você, querendo dar pra ele? Até parece que você não conhece os homens, amiga!

E rimos as duas. Gerson é um quarentão de cabelos grisalhos. É bem magro, mas muito simpático. Ele e Lídia são nossos amigos íntimos e frequentam nossa casa há muito tempo. Alguns dias depois a Lídia me ligou e disse que tinha conversado com o marido, e claro, ele havia topado e jurado segredo. Marcamos então para uma quarta-feira à noite na chácara que eu e o Cláudio compramos para passar os finais de semana com os amigos. O Cláudio estava viajando a negócios nesse dia e a boa amiga Lídia ficaria com as crianças. Cheguei primeiro na chácara. Tomei um banho e me preparei para me entregar ao marido de minha amiga.

Como se tratava da minha primeira vez por trás, resolvi usar um baby-dool branco transparente e uma calcinha também branca e pequenina, simbolizando a pureza. Coloquei meu roupão por cima para só revelar meu traje no quarto, afinal, eu o queria super excitado e o fator surpresa é muito gostoso.

Oito e dez da noite e o interfone tocou. Era ele. Abri o portão por controle remoto e ele entrou com o carro na garagem. Eu o esperei na porta da sala, já aberta. Ele entrou e tinha uma sacola de farmácia nas mãos. Eu estava super nervosa e muito envergonhada.

– A Lídia disse que é sua primeira vez, então eu tomei a liberdade de passar na farmácia e comprar algumas coisas. Disse ele, também constrangido mostrando a sacola em suas mãos.

– Então, o que fazemos agora? Perguntei, meio sem jeito, depois de alguns segundos parados na sala em silêncio, com um olhando para o outro.

– Talvez se fossemos para o quarto, já seria um bom começo. Gerson respondeu, com vergonha.

Nós rimos e para ir quebrando o gelo entre nós, tomei a iniciativa e o peguei pela mão para levá-lo ao quarto. Entramos, e trancamos a porta. Nervosos, ficamos algum tempo parados nos olhando, envergonhados. Até que eu, novamente, tomei a iniciativa e deixei o roupão cair revelando o baby-dool transparente a realçar meu corpo.

– Nossa, Carla, como você é linda! Ele disse, em um suspiro.

Caminhando, lentamente, como uma gata no cio, me aproximei dele. Nossos lábios se aproximaram, lentamente, e nos beijamos carinhosamente como dois apaixonados. Nossas línguas invadiram nossas bocas e se tocavam. Nossas mãos curiosas vasculhavam nossos corpos. Eu já estava molhadinha e ele com o pau super duro, parecendo que ia rasgar a calça. Lentamente, abri a sua camisa, botão por botão e pus-me a beijar seu peito. Ele, por sua vez, desatou os lacinhos que prendiam meu baby-dool, que caiu no chão, deixando-me só de calcinha na frente do marido de Lídia.

– Nossa, nem acredito que você vai dar pra mim. Ele disse, sussurrando.

Então começou a me beijar e lamber, lentamente, meus seios que estavam durinhos, enquanto suas mãos apalpavam minha bunda que estava arrepiadinha. Logo depois ele tirou sua calça, libertando o cacete que estava duro como aço. Não é muito grosso, mas é bem comprido e cabeçudo. Sem dizer uma palavra, me ajoelhei na sua frente e comecei a fazer um delicioso boquete. Seu pau estava super duro e latejava em minha boca enquanto ele gemia de prazer, sentindo os movimentos da minha língua em seu cacete, circulando aquela cabeçona com a língua molhada. O tesão era imenso e percebi que ele ia gozar e deixei que ejaculasse em minha boca, tamanho era o desejo que em invadia. Eu estava tão excitada que engoli cada gota e continuei a chupá-lo para que continuasse duro como pedra.

– Vem, vamos para cama que eu quero te fazer uma massagem. Ele disse e foi retirando da sacola um vidro de óleo de amendôas.

Me deitei na cama e Gerson foi massageando bem devagar o meu pescoço, seios e barriga. Tirou, lentamente, minha calcinha e dedicou-se a massagear minhas virilhas e coxas até os pés.

-É pra relaxar os músculos. Você vai ver como vai ser fácil penetra-la depois desse trato que vou te dar.

Disse ele enquanto eu, em silêncio, apenas curtia. Depois que terminou a frente, me virou de bruços e fez a mesma coisa dedicando-se um tempo maior a minha bunda. Com o dedo médio lubrificado pelo óleo, pôs-se a massagear meu anus e testar a entrada penetrando a ponta do dedo. Eu fiquei arrepiada no momento mas ele estava sendo tão carinhoso que consegui relaxar e o dedo foi entrando, entrando até que entrou inteiro e estava até gostoso.

-Nossa como você é apertadinha. – Disse ele com tesão.

Novamente me virou de frente e começou a me beijar a boca, o pescoço, os seios, a barriga e quando chegou à boceta disse que agora era a vez dele me fazer gozar com a boca, e chupou-me divinamente. Sua língua ávida passeava com habilidade por toda a extensão de minha xoxota meladinha acariciando-a lentamente com movimentos circulares sobre o clitóris fazendo-me gozar como louca em sua boca. Quando ele achou que eu já estava pronta, deitou-se com aquele pau duro feito uma estaca apontando para cima e me orientou a ir por cima dele como se fosse cavalga-lo.

– Primeiro vou penetrar sua bocetinha para que você relaxe enquanto meus dedos penetram seu cuzinho. Disse ele e me orientou para que ficasse parada e deixasse que ele fizesse os movimentos de vai e vem.

Então, ele encaixou aquele cacete cabeçudo em minha bocetinha e foi me penetrando devagar. Nossa, que delícia, pensei, gemendo, tonta de prazer. Adoro ser penetrada bem lentamente para ir sentindo cada centímetro entrando e ele estava fazendo isso como ninguém e me deixando doida. Meus seios balançavam em seu rosto a cada estocada que ele dava fazendo o pau entrar todo arrancando-me gemidos enlouquecidos. Sua mão deslizou pela minha bunda e seu dedo médio começou a brincar na entradinha de meu cuzinho. Devagar foi penetrando enquanto eu experimentava um prazer que nunca havia tido antes. Eu podia sentir seu pau e seus dedos dentro de mim se mexendo. O tesão era tanto que eu gritava enlouquecida e, quando percebi, dois dedos já estavam inteiros dentro de meu traseiro.

– Agora acho que você já esta pronta – Disse ele e me orientou a ficar de joelhos na beira da cama e encostar o rosto no colchão dizendo que era a melhor posição para a primeira vez.

Eu obedeci. Ele afastou minhas pernas deixando-as bem abertas, colocou a camisinha e lubrificou o pau com KY que tinha trazido da farmácia. Logo depois encaixou aquela cabeçona no meu cuzinho e foi forçando bem devagar pra não me machucar.

– Aiii! Aiii! Gemia eu, pois a sensação é incrível. Um misto de dor e prazer que não dá pra descrever. – Huummm!- Gritei com voz chorosa quando senti que a cabeçona já estava toda dentro de mim. Ele parou de forçar um pouco e ficou acariciando minha bunda.

– Quer que eu pare, Carla?- Perguntou.

– Não – disse eu – Ta gostoso. Pode continuar.

Ele me orientou a me masturbar dizendo que isto aumentaria o meu prazer e foi o que eu fiz e adorei. Ele continuou empurrando bem devagar e o cacete foi entrando cada vez mais e, quando senti seu saco encostando em minha bunda foi que percebi que seu pau já estava inteiro dentro de mim. Com movimentos lentos e compassados, o Gerson me comia enquanto eu me masturbava e gemia feito louca. “Nossa, a Lídia tem razão, ele sabe mesmo comer uma mulher”, pensei.

– Aiii, que delícia. Come meu cu come, Gerson, seu safado, mete esse pau gostoso inteiro em mim – dizia eu enlouquecida de prazer como nunca em minha vida.

-Aiii! Como você é gostoso! Disse eu entre gemidos, pois estava sendo maravilhoso.

O Gerson fazia com que seu cacete entrasse e saísse com movimentos lentos e macios, provocando-me uma sensação deliciosa e indescritível.

– Aiii! Como você come gostoso. Mete que eu vou gozar – e gozei o gozo mais gostoso de minha vida e o Gerson gozou comigo. Ficamos algum tempo largados na cama, completamente esgotados.

Foi delicioso mas meu cuzinho estava em brasa e latejava um pouco. Senti que precisava de um banho e fui para o chuveiro. Não demorou muito e o Gerson apareceu nu para tomar banho comigo. -Deixa que eu te lavo- disse ele e começou a esfregar-me ,deliciosamente o corpo todo. Depois nos viramos de frente e um para o outro e começamos a nos beijar. Com carinho, tomei seu pau em minha mão e passei a acariciá-lo enquanto nos beijávamos sob a água do chuveiro que corria sobre nossos corpos.

– Nem acredito que este pau entrou inteiro em meu cuzinho. Falei acariciando aquele membro.

Seu cacete foi crescendo em minha mão. É uma sensação incrível de sentir ele enrijecendo.

– Da pra mim mais uma vez, dá Carlinha. Disse ele colocando o pau entre minhas pernas e acariciando, com ele, minha bocetinha.

– Só se for a xoxotinha porque o cuzinho está todo esfolado. Disse eu entre gemidos e sem parar de beijar-lhe a boca.
Imediatamente, ele me virou de costas( ainda bem que o box é enorme). Eu me apoiei na parede inclinando levemente o corpo para frente fazendo com que a bundinha ficasse arrebitada, abri bem as pernas e dobrei levemente os joelhos. Gerson veio por trás e, delicadamente, com uma mão abriu minha bunda e com a outra encaminhou o membro em direção à fendinha molhada. Fiquei arrepiada quando senti aquela cabeçona roçando a entradinha da boceta. Após algumas pinceladas, foi me penetrando bem lentamente. Suas estocadas eram lentas, entrando e saindo sem pressa enquanto suas mãos carinhosas percorriam minhas costas, cintura, bunda e pernas tendo a água quente do chuveiro a molhar nossos corpos.

Gozamos desvairadamente e de minha boceta ainda escorria porra tamanho foi o volume que o Gerson ejaculou quando transamos no chuveiro quando nos despedimos com um longo beijo e o marido de minha amiga foi embora depois de me comer e logo depois eu também fui e já eram duas da matina. Meu trazeiro latejava, mas eu estava super feliz. Uma semana depois eu liberei o cuzinho pro Cláudio, meu marido, e ele ficou super satisfeito em tirar o “ cabacinho” de meu traseiro.

 

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Este conto foi escrito por casiva.silva7@gmail.com e caso queira entrar em contato, este é o seu e-mail.

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