Doce Manhã

A moça é surpreendida ao acordar, em uma doce manhã,  com seu amante lhe fazendo carícias. Então eles têm o que talvez seja o melhor sexo de suas vidas.
Doce Manhã
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Ainda perdida em meus sonhos, senti o seu corpo se juntando ao meu, sua respiração na minha nuca e seus braços me abraçando. Despertei, mas não o suficiente para sair daquele gostoso estado de sonolência. Um arrepio percorreu o meu corpo quando ele começou a beijar o meu pescoço e a mordiscar a minha orelha, enquanto suas mãos deslizavam pelo meu corpo de forma lenta e sensual, ouriçando cada centímetro do meu ser.

Que delícia! Aquele estado de semiconsciência me deixava mais sensível ao seu toque. Ainda não abrira os olhos, apenas sentia-o. Me virei, agora de frente pra ele e nossas bocas se encontraram num beijo cheio de desejo, nossas mãos agora mais agitadas, percorriam o corpo um do outro a procura do prazer. Sua boca desgrudou da minha e a senti no meu queixo, no pescoço, num seio, no outro, explorando cada parte do meu corpo, que já era seu. Seus ágeis dedos alcançaram o meu sexo úmido. Um gemido, seguido por sussurro:

— Você está pronta?

Um aceno positivo foi tudo o que consegui fazer. Meu corpo tinha urgência de senti-lo. De repente tudo o que eu precisava era ele dentro de mim, me preenchendo. Sua boca agora percorria o caminho oposto, subia pelo meu ventre, enquanto suas mãos apertavam minha bunda. Eu me contorcia e me oferecia pra ele. Urgência! Novamente sua boca encontrou a minha, nossas línguas, de novo, bailavam juntas, mas eu precisava tê-lo dentro de mim.

De surpresa ele parou, foi quando abri os olhos e o vi me fitando, com aquele olhar sexy, doce e travesso, eu entendi o que queria. Sim, ele queria que eu implorasse. Enlacei o seu pescoço e o beijei, com mais desejo, mais sofreguidão. Minhas mãos deslizaram pelo seu corpo e encontraram seu maravilho membro rijo, ele gemeu alto e rouco. Fiz-o parar. Lancei-lhe um olhar e quando nossos olhos se encontram, nós sabíamos que não era mais possível adiar.

Enquanto me beijava, ele me penetrou devagar. Sentimos cada fração um do outro. Começamos a nos movimentar lentamente, ritmados. Muitas mãos, muitas línguas e gradativamente o ritmo foi aumentado. Sem perceber, voltei ao estado de inconsciência, meu corpo tremia, o êxtase era maravilho, por longos minutos, tive a impressão que nem respirei. Quando consegui abrir os olhos, eu o vi, satisfeito. Sim, o gozo tinha sido sincronizado, eu e ele, juntos, perfeito.

Ele sorri, me beija e me abraça, ficamos assim um longo período, corpo com corpo, sem forças, cada um inerte no seu próprio regozijo.

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Este conto foi escrito pela leitora Paula.

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Conto Erótico — Doce Manhã
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A moça é surpreendida ao acordar, em uma doce manhã, com seu amante lhe fazendo carícias. Então eles têm o que talvez seja o melhor sexo de suas vidas.
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