De segredo com papai

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De segredo com papai
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Na minha infância, meus pais trabalhavam muito e para que eu não ficasse sozinha em casa o dia todo, vinha uma moça que tomava conta de mim. O nome dela era Solange. Uma morena de 17 anos e muito bonita.

Quando eu chegava do colégio, na hora do almoço, ela tinha a tarefa de esquentar-me a comida, me vestir e cuidar da cozinha. No período da tarde nós assistíamos televisão juntas.

Um dia ela pediu para ver se eu já tinha muitos pelos na bucetinha e eu, com toda naturalidade, abaixei a calcinha e deixei Solange espantada, que exclamou:

– Nossa! Que peluda essa xoxota!

Nesse mesmo momento Solange retirou sua calcinha e me mostrou também a bucetinha, pedindo para eu passar a mão e sentir quão macio era. Fiz com receio, mas adorei sentir aquela pele macia e quente nos meus dedos.

Solange adquiriu o hábito de, toda tarde, passar a mão na minha bucetinha e pedir para eu esfregar a dela também, e eu adorava aquela brincadeira. Logo me ensinou a mexer no grelinho dela e ela a mexer no meu. A diversão ficou tão deliciosa, não via a hora de chegar a tarde para deixar-me invadir por aquele prazer. Um dia estávamos tão entretidas com aquilo que não ouvimos meu pai chegar e quando nos demos conta, reparamos que ele já estava assistindo a cena. Ficamos assustadas, mas ele passou para o quarto e não falou nada. Solange ficava comigo até as 17h, que era quando meu pai chegava, então eu ficava com ele até as 20h, quando minha mãe retornava do trabalho.

Fiquei preocupada com a reação do meu pai naquele dia, pois ele era muito bravo e quando Solange se foi, ele veio conversar comigo, perguntando:

– O que era aquilo que você e Solange estavam fazendo?

De forma ingênua acabei contando tudo para ele e quando perguntou se eu gostava, e o que sentia, respondi que adorava as sensações. Ele ficou parado sentado no sofá e olhando eu contar. Senti um prazer enorme em dizer tudo aquilo e por puro ímpeto comentei que queria que visse a minha xoxota. Sentei na poltrona e abri bem as pernas, levantei o vestido e afastei a minha calcinha, mostrando a bucetinha peluda para o meu pai, questionando se ele gostava de olhar. Ele ficou mudo, sem reação, apenas olhando, mas não reprovou e nem aprovou. Insisti e disse:

– Papai, passa a mão e veja como ela é macia e gostosa. A Solange que me ensinou isso.

Ele, simplesmente, veio até mim e passou a mão por toda a extensão da minha buceta e eu adorei! Então, sentou-se no chão da sala e abriu mais as minhas pernas, esfregando a minha buceta por longos minutos, até comentar que não sabia que eu já estava tão crescidinha. Então indaguei:

– Você gosta assim, papai?

Ele apenas balançou a cabeça de forma positiva e neste dia passou horas me acariciando daquela forma assistindo como eu ficava bem molhada e me mandou tomar um banho. Também disse que eu não devia contar para a minha mãe. Apenas obedeci.

No dia seguinte, contei para Solange o que havia acontecido com papai e ela disse que alguns pais gostavam disso e o dela também chupava os peitinhos dela e passava a mão na buceta dela. Solange disse que eu deveria deixar, pois era certo ser do pai antes de ser de outro homem. Naquele dia, quando papai chegou, ele foi deitar e ficou no Mundo dele, eu estava louca de vontade de brincar e fui até o quarto, enquanto dizia:

– Brinca com a minha xoxota hoje, papai, de novo.

Papai abaixou o meu shorts e apenas afastou a minha calcinha de lado, mas dessa vez abriu a minha buceta e brincou com o meu grelinho. Eu ria de prazer e pedia mais, então ele abriu minha blusa e mamou nas minhas tetinhas por muito tempo. Sugou tanto que fiquei roxa. Todas as tardes dali para frente eram assim. Eu ficava molhada de tesão. Passavamos quase um ano assim, ele apenas me tocava com a mão e com a boca, e eu amava quando ele chupava minha buceta.

Um dia ele disse que ia me ensinar algo importante, mas sem tirar o meu cabaço. Pediu para que eu virasse a bunda para ele e passou um creme no meu buraquinho, me fazendo ficar de quatro com o cuzinho para cima. Foi a primeira vez que vi o pau do papai. Era cumprido e estava duro. Ele levantou meu quadril e abaixou a minha cabeça no colchão, enfiou o pau inteirinho no meu cu. Senti muita dor, mas o tesão era maior que aquilo. Ele socou várias vezes e disse que ia me presentear com um docinho. Papai esporrou dentro de mim, me puxou pelos cabelos e me fez entender quem mandava. Dos meus doze anos até o meu casamento, aos 21, eu servia meu pai e nunca contamos para ninguém. Sempre fodeu meu cu e nunca minha buceta, era o nosso segredo.

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