O Professor de Física

O Professor de FísicaAs aulas finalmente haviam começado. Com elas, professores e colegas novos haviam chegado. Na segunda semana de aula, todos eles já haviam se apresentado e todo mundo já tinha pelo menos um amigo dentro da classe com quem fazer trabalhos e coisas do gênero. Porém a personalidade das pessoas parece nunca mudar. Um estoque de otários e vadias que apenas se renovava a cada ano, em cada colégio.

Meu nome é Melina e é perceptível que eu não sou nada normal. Até aquele momento, felizmente o professor ou professora de física ainda não havia se apresentado. E isso era bom. Porém, numa quarta feira da segunda semana de aula, finalmente tivemos a trágica noticia de que na sexta-feira daquela mesma semana, o maldito (ou maldita) teria a última aula do dia conosco. Foi como esperar pela morte. Sôfrego e impossível evitar.

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A Primeira Vez de Uma Ingênua

A Primeira Vez de Uma Ingênua

A primeira vez a gente nunca esquece. Principalmente se for do jeito que a gente sonhou. Eu era virgem, cabaço mesmo, de beijo e tudo mais. Meu nome é Daniela, minha irmã, Patrícia e meu cunhado, Guilherme. Não falarei mais em nomes.

Minha irmã mais velha estava casada há poucos meses e eu achava o meu cunhado um gato. Desses de se perder a cabeça. E o cabaço. Foi isso que acabou acontecendo. Vou contar.

Furtivamente, eu o admirava a ponto de ficar babando quando o via só de sunguinha no clube que frequentávamos. Babava e sonhava. Certo dia, cheguei à casa da Tata — é assim que eu me referia à minha irmã — e entrei, sorrateira, pela porta do fundo. Passava da uma hora da tarde de uma tarde de sábado. Porta encostada, entrei e fui para a sala e imediatamente comecei a ouvir sussurros e gemidos. Minha irmã estava entrando na vara. Meu corpo incendiou. Fiquei na escuta e imaginava a cena que ali poderia estar ocorrendo. No ápice da foda dos dois, corri pro banheiro e bati um siririca. Tive um arremedo de orgasmo. Orgasmo mesmo de fato eu ainda sequer imaginava como fosse.

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Temporal de Prazer

Temporal de Prazer

Era uma madrugada de inverno, eu tinha acabado de trocar de roupa e alimentar os peixes. Havia um temporal terrível lá fora e meus pais não estavam em casa. Meu irmão havia ido para a casa da vovó e eu estava sozinha esperando começar um filme de terror. Então ouvi a campainha tocar e logo fiquei assustada, desesperada e tremendo toda. Eu olhei pelo olho mágico e pude ver meu namorado. Ele estava úmido e um pouco trêmulo Abri a porta e o recebi aos beijos.

Ofereci um pouco de chocolate quente a ele enquanto ele se enxugava com uma toalha branca e seca. Ele, por sua vez, admirava meu bumbum enorme, que eu sempre tive, pois herdei da minha mãe. Eu e ele nunca chegamos a ficar totalmente sozinhos, pois éramos bem novos. Eu estava preparando o chocolate quente quando eu senti seus braços agarrarem minha cintura e sua respiração no meu ouvido. Fiquei completamente arrepiada e fechei os olhos, sentindo a sensação. Ele subiu as mãos para meus seios e os agarrou e depois segurou nos mamilos e ficou apertando levemente e os rodando delicadamente.

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Estudando Física e… seu Corpo

Estudando Física e Seu Corpo

Eu não sou do tipo de pessoa que sai ou frequenta baladas. Na verdade, prefiro ficar no meu quarto, vendo um bom filme ao som da chuva. E essa história coincidentemente tem a chuva como seu plano de fundo. Eu estava na escola quando meu amigo me chamou para ir a casa dele para podermos estudar para a prova de física, que era no dia seguinte. Eu aceitei numa boa, já que ele sempre me ajudava quando precisava. Sai da escola e fomos direto para a casa dele, que por sinal, ficava bem longe da minha.

Ao chegar lá, fizemos tudo como combinado: estudamos muito e estávamos muito satisfeitos, já que sabíamos toda a matéria e a chance de ir bem seria certa. Contudo, já era umas 9h da noite. Sua casa estava vazia e seus pais estavam viajando. Nesse instante caía uma tempestade lá fora, e o trânsito estava horrível, de acordo com os noticiários. Então minha mãe me liga e diz para eu dormir no meu amigo, já que seria muito perigoso eu voltar para casa em meio tanta chuva.

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A primeira vez a gente nunca esquece

A primeira vez a gente nunca esquece

Meu nome é Mônica, tenho 27 anos e a história que vou contar aconteceu 10 anos atrás, quando tinha apenas 17 aninhos.

Tudo começou quando a escola que eu estudava resolveu organizar uma viagem para Porto seguro para os alunos do último ano do colegial. Nunca fui muito fã de ficar em lugares com muitas pessoas, mas minha amiga Rita insistiu muito para que eu fosse. Rita tinha 17 anos, e nunca tinha transado, e via nessa viagem a sua grande chance de perder a virgindade. Como éramos muito amigas resolvi ceder e ir com ela.

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