De segredo com papai

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Na minha infância, meus pais trabalhavam muito e para que eu não ficasse sozinha em casa o dia todo, vinha uma moça que tomava conta de mim. O nome dela era Solange. Uma morena de 17 anos e muito bonita.

Quando eu chegava do colégio, na hora do almoço, ela tinha a tarefa de esquentar-me a comida, me vestir e cuidar da cozinha. No período da tarde nós assistíamos televisão juntas.

Um dia ela pediu para ver se eu já tinha muitos pelos na bucetinha e eu, com toda naturalidade, abaixei a calcinha e deixei Solange espantada, que exclamou:

– Nossa! Que peluda essa xoxota!

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Rafael estudando em casa

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Tenho 16 anos e sou de uma família muito tradicional de uma cidade do interior de Goiás. Sempre estudei em escola particular.

Na minha atual escola, tem um menino, que vou chamá-lo de Rafael. O qual eu já fui apaixonada. Ele voltou a estudar comigo esse ano, e quando o vi, estava determinada a conquistá-lo. Ao decorrer do ano, Rafael e eu nos tornamos muito amigos, e toda sexta-feira ele vem aqui para casa estudar. Numa dessas sextas, ele disse que estava gostando de uma menina muito linda e que essa menina era eu. Nós ficamos aqui mesmo, escondido da minha família, é claro.

No outro dia na escola, como nós sentávamos um do lado do outro, não paramos de nos encarar e trocar sorrisos, e junto com outra amiga, começamos a falar sobre sexo. Falamos sobre quem eram os virgens da nossa sala. Falamos um por um deles e na hora que chegou na vez dele, ele admitiu ser. Eu fiquei louca quando ele disse isso. Na sexta-feira seguinte, sabendo que meus pais e nem meus irmãos estariam em casa, coloquei um vestido bem justo e bastante decotado. Sou alta, branca e os cabelos longos, cor de mel e bem lisos. E tenho um corpo de deixar muita mulher mais velha com inveja, bundão, peitão e curvas muito bem definidas. Quando o Rafael chegou, ele me olhou de cima em baixo e disse que estava linda. Enquanto estudávamos percebi que ele não parava de olhar para meu decote.

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O Professor de Física

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As aulas finalmente haviam começado. Com elas, professores e colegas novos haviam chegado. Na segunda semana de aula, todos eles já haviam se apresentado e todo mundo já tinha pelo menos um amigo dentro da classe com quem fazer trabalhos e coisas do gênero. Porém a personalidade das pessoas parece nunca mudar. Um estoque de otários e vadias que apenas se renovava a cada ano, em cada colégio.

Meu nome é Melina e é perceptível que eu não sou nada normal. Até aquele momento, felizmente o professor ou professora de física ainda não havia se apresentado. E isso era bom. Porém, numa quarta feira da segunda semana de aula, finalmente tivemos a trágica noticia de que na sexta-feira daquela mesma semana, o maldito (ou maldita) teria a última aula do dia conosco. Foi como esperar pela morte. Sôfrego e impossível evitar.

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Meu Irmão de Madrugada

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Sou Tatiana, uma menina tímida e apesar de me achar muito gostosa, não sou provida de muita beleza. Todos me acham linda, menos eu. Tenho muitas sardas e frequentemente aparecem espinhas e cravos no meu rosto. Tenho verdadeiro horror a isso. Sou uma menina sonhadora e meu sonho maior é ser arrebatada nos braços de um príncipe, num cavalo branco.

Tudo bem, acordemos pra realidade. Se bem que sonhar é que move o nosso espírito. O homem mais lindo do mundo não pode ser meu. Porque é meu irmão Fábio. Tenho verdadeira adoração por ele. Às vezes me pego observando sua “mala” logo pela manhã quando ele acorda, uma amiga me contou que isso é “tesão de urina”. Assim que ele mija passa. Divago a imaginar meu irmão cavalão de pernas abertas no banheiro, mijando. Sempre escuto o barulho e parece uma cachoeira desabando do morro. Pelo barulho, ele deve ter um cacete enorme.

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A Primeira Vez de Uma Ingênua

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A primeira vez a gente nunca esquece. Principalmente se for do jeito que a gente sonhou. Eu era virgem, cabaço mesmo, de beijo e tudo mais. Meu nome é Daniela, minha irmã, Patrícia e meu cunhado, Guilherme. Não falarei mais em nomes.

Minha irmã mais velha estava casada há poucos meses e eu achava o meu cunhado um gato. Desses de se perder a cabeça. E o cabaço. Foi isso que acabou acontecendo. Vou contar.

Furtivamente, eu o admirava a ponto de ficar babando quando o via só de sunguinha no clube que frequentávamos. Babava e sonhava. Certo dia, cheguei à casa da Tata — é assim que eu me referia à minha irmã — e entrei, sorrateira, pela porta do fundo. Passava da uma hora da tarde de uma tarde de sábado. Porta encostada, entrei e fui para a sala e imediatamente comecei a ouvir sussurros e gemidos. Minha irmã estava entrando na vara. Meu corpo incendiou. Fiquei na escuta e imaginava a cena que ali poderia estar ocorrendo. No ápice da foda dos dois, corri pro banheiro e bati um siririca. Tive um arremedo de orgasmo. Orgasmo mesmo de fato eu ainda sequer imaginava como fosse.

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