Um dia na oficina

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Meu nome é Gerusa e estava com 42 anos na época. Meu marido trabalha como motorista particular, era um sábado, e ele me ligou por volta de 11:30 da manhã para informar que tinha que viajar para uma cidade ao longe para levar o filho da patroa na casa de sua avó, que morava em um sítio. Disse que voltaria quarta-feira, e que era para eu pegar o nosso carro que estava na oficina para o conserto.

Terminei meu almoço e por volta dás 14h me arrumei para ir buscar o carro na oficina. Como sou uma mulher apreciável, coloquei uma blusinha justa e uma saia curta, além de uma calcinha fio dental.

Cheguei na oficina e já não tinha mais ninguém, apesar de serem 15h, somente o Birão, que era um negão de quase 2 metros de altura, e bem forte, um verdadeiro guarda-roupa. Esse birão, por não ter onde morar, dormia na oficina, ele era meio pancadão, não sabia fazer quase nada, só varria a oficina e deixava ela limpa. Então eu pedi para ver o conserto.

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Cavalgo ou danço?

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Tem algo mais gostos que cavalgar em um homem bem tesudo? Eu adoro. Adoro porque é bom sentir a pica me abrindo. Eu a engolindo bem suave, abrindo gostoso a minha buceta, bem molhadinha, deslizante, quente, da ponta até a raiz.

Gosto de sentir a cabeça do pau me abrindo, me vasculhando, e eu descendo gostoso pelas veias, pelo mastro duro, grosso, forte, em pé. Cavalgo, mas antes danço. Danço gostoso para o cara, mostrando a minha pele, meus seios, ofereço meus bicos para ele lamber, chupar, mamar, me chamar de gostosa. Todos me chamam de gostosa nessa hora!

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Renata – Parte II

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Este conto é a continuação de Renata Parte I, postado aqui no Jardim do Prazer.

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Fiquei ali sentado ainda um pouco, até que também resolvi ir pro chuveiro. Depois do banho, me deitei, e acabei cochilando. Acordei sobressaltado com batidas na porta.

– Quem é? perguntei, enquanto me enrolava na toalha de banho já que ainda estava nu.

– Sou eu Márcio, Renata, aconteceu alguma coisa?

Abri a porta e deixei-a entrar. “Não aconteceu nada, acho que acabei cochilando.”

“Já estávamos ficando preocupados, pensamos que você tinha morrido”, disse sorrindo.

Renata com um vestido solto estava absolutamente deliciosa. De imediato os acontecimentos da tarde vieram a minha mente, e comecei a ficar excitado. Meu pau começou a levantar a toalha apontando para frente. Ela percebeu o volume que se formava, se aproximou de mim, e tocando de leve com a ponta dos dedos sussurrou em meu ouvido “fico lisonjeada com estas tuas demonstrações de afeto meu querido, mas agora não é hora de pensar em sacanagem Márcio.”

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Jorge

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Certo dia, estava tomando banho, me depilando para agradar meus clientes. Me chamo Carol e sou acompanhante de luxo. O meu celular tocou, estava toda molhadinha, mas mesmo assim saí do banho e fui atender o celular. Uma voz jovem, parecia ter uns 18 anos do outro lado da linha, falou comigo :

– Alô, Carol?

– Eu mesma! Respondi.

– Acompanhante de 23 aninhos muito bem distribuídos em suas curvas, baixa, loirinha,  bronzeada e seios grandes? Disse a voz do outro lado.

– Nossa, quanta precisão em detalhes. Você escreveu tudo isso? Perguntei.

– Vi você em um site e não esqueci mais.

– Hm! Mas você esqueceu do principal, amor. Sou ótima no boquete e no anal. Engulo tudinho. Brinquei com ele do outro lado da linha.

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De segredo com papai

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Na minha infância, meus pais trabalhavam muito e para que eu não ficasse sozinha em casa o dia todo, vinha uma moça que tomava conta de mim. O nome dela era Solange. Uma morena de 17 anos e muito bonita.

Quando eu chegava do colégio, na hora do almoço, ela tinha a tarefa de esquentar-me a comida, me vestir e cuidar da cozinha. No período da tarde nós assistíamos televisão juntas.

Um dia ela pediu para ver se eu já tinha muitos pelos na bucetinha e eu, com toda naturalidade, abaixei a calcinha e deixei Solange espantada, que exclamou:

– Nossa! Que peluda essa xoxota!

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