Renata – Parte I

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Renata – Parte I
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O dia de Sol não poderia estar melhor para o churrasco que Carlos havia marcado em sua chácara em Ibiúna, a fim de comemorar o aniversário de Sílvia, sua esposa. O lugar é muito bonito, e está localizado à beira da represa. Cheguei por volta do meio dia, e vi que haviam outros convidados. Eram três casais, amigos de Carlos e Sílvia, mas que eu não conhecia. Vi que Carlos estava próximo da churrasqueira, e parecia dar algumas orientações ao pessoal da empresa contratada para cuidar de tudo. Comecei a andar em sua direção quando Silvia notou minha presença e disse, se aproximando:

– Márcio que bom que você veio!

– Você, como sempre ,está linda Silvia, parabéns! E dei-lhe um beijo no rosto.

– E você o galanteador de sempre. Respondeu abrindo um belo sorriso.

– Venha, Carlos está ali. E pegando minha mão fomos andando até o quiosque da churrasqueira. No caminho, enquanto conversávamos, ela foi me apresentando às outras pessoas.

Um garçom se aproximou e perguntou o que eu gostaria de beber. Optei por uma caipirinha, mas da tradicional, pois havia outras com frutas diversas. Carlos se virou em nossa direção, dizendo:

– Ora, ora! Meu amigo, vejo que você já foi servido além de estar muito bem acompanhado. Disse dando um beijo em Sílvia. – Venha, vamos nos sentar naquela mesa, ali a beira da piscina e aproveitar este sol.

A piscina ficava no alto do terreno, de frente para a casa, e dela descia um longo gramado com várias árvores até as margens da represa. A vista era simplesmente espetacular. Nos sentamos e um garçom se aproximou.

Carlos também pediu uma caipirinha. Estávamos ali bebericando, conversando sobre diversos assuntos, inclusive de trabalho, algo que é inevitável, quando a vi chegar. Não podia ser verdade, parecia ilusão. O que ela estaria fazendo aqui? Só podia conhecer Carlos e Sílvia também. Carlos se levantou, dizendo:

– Me dá um minutinho, Marcio. Deixe-me cumprimentar uma amiga de Sílvia que acabou de chegar. E foi ao encontro delas.

Era Renata mesmo. Sílvia e ela se abraçavam quando Carlos se aproximou. Também cumprimentou Renata alegremente, e pude observar pela maneira como tudo se dava, que já deveriam se conhecer a um bom tempo. Havia meses que eu não tinha notícias de Renata. Não nos encontramos mais nem tampouco falamos ao telefone depois daquela noite. Eu havia deixado alguns recados, mas nada, nenhum retorno por parte dela havia acontecido.

Os dois passaram então a apresentar Renata aos outros convidados, enquanto eu fiquei ali apenas observando. Ela estava deslumbrante. Vestia um shorts de jeans branco, uma blusa colorida meio solta, e calçava sandálias tipo plataforma. Meus olhos passeavam por aquela delícia de mulher, da cabeça aos pés. Seu cabelos escuros brilhavam ao sol, e seu rosto estampava um sorriso lindo. Os seios se delineando sob a blusa, e o shorts curto deixando a mostra aquelas pernas maravilhosas. E diga-se, que pernas! Até então não havia olhado para elas com tanta atenção. Bem torneadas, coxas grossas, nenhum sinal de celulite. Simplesmente deliciosas, um convite para as mãos. Meus olhos continuaram seu caminho, cheguei aos pés. Lindos, unhas bem feitas, esmalte claro, e emoldurados por aquelas sandálias. Renata simplesmente transpirava sensualidade.

De imediato nosso último encontro veio à lembrança, e senti algo se manifestar entre as pernas. Eu tive que me controlar, pois os três começaram a vir em minha direção. Tomei um gole da caipirinha, e me ergui quando chegaram.

– Olá Márcio, quanto tempo! Você também por aqui? Disse Renata me cumprimentando com um beijo no rosto. Sílvia curiosa, perguntou “Mas vejam só, vocês já se conhecem?”

– Sim, Márcio foi meu cliente tempos atrás, cuidei de um caso para ele. Respondeu Renata, de imediato.

– Mas que coisa boa. Ótimo, assim vocês fazem companhia um ao outro, enquanto nos dedicamos um pouco aos outros convidados também. Fiquem aí à vontade, e se quiserem algo é só chamar os garçons. Já, já voltamos para conversarmos. Ah! Mas tem uma coisa Renata, tome cuidado. Márcio é um homem perigoso, sempre galanteador, e vive jogando seu charme para cima das mulheres. Disse Sílvia rindo, enquanto se afastava puxando Carlos pelo braço.

– Olá Renata, como você está? Muito bom te ver de novo. Falei, enquanto puxava a cadeira para ela. – Galanteador então. Pelo que vejo que vejo tua fama já se espalhou por aí, não é mesmo Sr. Márcio. Falou Renata, rindo enquanto se sentava.

Um garçom apareceu e lhe entregou uma caipirinha de frutas, que por certo já havia sido encomendada. Pedi a ele outra de limão, enquanto brindávamos com aquilo que restava em meu copo.

– Mas é mesmo uma surpresa muito agradável te encontrar aqui Renata, já faz um bom tempo que não nos falamos! Nem nos meus mais profundos desejos poderia imaginar uma coincidência como esta. De onde você os conhece, se posso perguntar?

– Márcio, Márcio, já derramando o seu arsenal de galanteios. Disse ela rindo gostosamente. – Eu já conheço Sílvia a muito tempo. Tínhamos amigas em comum na época de faculdade, e com isso nossa relação se estreitou. Até que nos vemos com uma certa frequência, e sempre que posso compareço às reuniões que eles marcam. E você? Como é que veio parar aqui?

– Carlos e eu somos colegas de trabalho a muitos anos e assim acabamos nos tornando amigos. Eu até que não frequento muita a casa delas, mas vejo que agora tenho um bom motivo para mudar isto. Outro brinde a este nosso reencontro!

E deixamos os copos baterem de leve. Os garçons começaram a circular, oferecendo as saladas e carnes, e que, diga-se de passagem, estavam deliciosas. Enquanto comíamos, as caipirinhas também não pararam de passar. Copos cheios chegavam, e os vazios desapareciam de nossa mesa. Não poderia haver nada melhor. Um dia espetacular, um serviço perfeito, a deliciosa companhia de Renata, uma conversa agradável e descontraída, o que mais eu poderia querer? Vez por outra Carlos e Silvia também se sentavam conosco, e ficávamos ali por algum tempo conversando e rindo. Em uma destas ocasiões, Sílvia nos perguntou.

– Vocês não querem dar um mergulho? A água da piscina está uma delícia. Renata eu já pedi que sua bolsa fosse colocada no quarto de hóspedes, você sabe aonde é, não? E você Márcio, espero que não tenha esquecido o calção, o que já não seria a primeira vez não é mesmo?

– Nada disso minha querida, desta vez vim preparado” disse devolvendo o sorriso de Sílvia. E me voltando para Renata.

– Que tal, vamos? Afinal com este calor está mesmo convidativo.

– Até que é uma boa ideia, vamos sim. Vou me trocar. Respondeu Renata, animada. A água estava mesmo uma delícia, e um garçom me serviu outra caipirinha.

Eu estava ali, com os braços apoiados na borda, quando vi Renata voltando. Meu deus, que delícia de mulher naquele biquíni.

Ela veio em minha direção, se abaixou na minha frente, e perguntou: – Como está a água? Segurei em seu braço enquanto respondia:

– Quentinha, olha só. E puxei-a para dentro d’água. Renata ficou muito brava. Depois de afastar os cabelos do rosto, deu umas braçadas em minha direção, apertou meu braço e disse:

– Não faça mais isto, não gosto! Pelo seu olhar pude ver que falava a verdade. – Me desculpe. Segurei-a de leve pelas mãos e dei-lhe um selinho Isto a desarmou, sorrindo disse:

– Ok, desta vez passa. E deixou-se boiar para trás, levantando as pernas em minha direção.

Segurei-a pelos tornozelos, comecei a puxá-la para mim, quando do nada surge um imbecil de um garçom e pergunta:

– Mais uma caipirinha senhora? Renata espertamente se desvencilhou, pegou a caipirinha de pronto, e foi se sentar em um dos degraus que desciam piscina adentro.

Fiquei ali observando Renata bebericar sua caipirinha, enquanto pensamentos pouco religiosos povoavam minha mente. O final de tarde se aproximava, e dois dos casais vieram se despedir. Carlos e Sílvia os acompanharam até o portão, e depois voltaram para a mesa em que se encontrava o outro casal.

Os dois não estavam se preocupando conosco, o que de minha parte eu achava ótimo. Cheguei mais perto de Renata, segurei-a pelos pés, e perguntei:

– O que você vai fazer quando sair daqui?

– Por que Márcio? Ela retrucou.

– É que, bom, pensei que talvez pudéssemos jantar juntos hoje a noite, ou ainda ir a um barzinho?

– Acho que vai ser impossível, pois aceitei o convite de Sílvia para passar o final de semana aqui. Lamento, mas terá que ficar para uma outra vez. Completou, sorrindo de forma maliciosa para mim. Enquanto massageava lentamente seus pés, para o que, diga-se de passagem, ela não opunha a menor resistência, fiquei pensando em como poder reverter esta situação. Este tesão de mulher, bem na minha frente, e eu praticamente de mãos amarradas.

Foi quando, andando até a borda para pegar minha caipirinha, os céus resolveram me dar um ajuda. Silvia e Carlos vinham em direção a piscina, após se despedirem do último casal.

– E então vocês dois, estão se divertindo? perguntou Sílvia – Pelo que vejo o abastecimento de caipirinhas continua eficiente?

– Está tudo maravilhoso! Respondi – Renata é uma ótima companhia, e o serviço de bar continua perfeito.

– Eu não disse Renata, o Márcio não perde uma oportunidade sequer para jogar seu charme.

E se voltando para mim, continuou:

– Imagino que você já tenha tomado várias caipirinhas, e voltar para São Paulo agora poderia ser uma temeridade. Você não quer dormir aqui, e passar o domingo conosco? Renata já vai passar o fim de semana aqui, e seria ótimo se você também pudesse ficar. Não é mesmo Carlos? O dia está tão gostoso, e mais a noite podíamos fazer umas pizzas, o que vocês acham?

– Ótima ideia! Márcio, isto não é um convite, mas sim uma intimação. Não existe a menor possibilidade de aceitarmos uma negativa. Concordou Carlos.

E não é que as coisas começavam mesmo a conspirar a meu favor.

– Bom meus queridos amigos, com todos estes argumentos não tenho como recusar. Eu até havia trazido uma troca de roupas, já que o dia prometia piscina, e isto então não será um problema. Respondi, olhando de relance para Renata, que porém não esboçou nenhuma reação.

– Ótimo! Disse Sílvia – Imagino que tuas coisas devem estar no vestiário, e vou pedir que sejam levadas ao outro quarto de hóspedes. Carlos, vou dispensar o pessoal e descansar um pouco. Afinal acordei cedo, e também bebi um pouco demais. Vejo vocês depois.

– Daqui a pouco eu também vou querida. Só vou terminar com esta caipirinha, e já te acompanho. Ficamos ali conversando por mais meia hora, nada além de banalidades, até que Carlos também resolveu descansar.

– Bom pessoal, também vou tirar um cochilo. O bar vocês sabem aonde é, e a sauna também está ligada. No final de tarde começa a esfriar, e lá acaba ficando uma delícia.

Neste meio tempo Renata havia se deitado sobre uma toalha a beira de piscina, e eu continuei dentro da água, tentando afastar da mente alguns pensamentos mais libidinosos, mesmo sendo quase impossível. Renata ali deitada, pernas deliciosas, aquela bundinha redonda, a curva das costas, os cabelos caídos de lado, e os seios pressionados contra o deck querendo pular para fora do biquíni. Tudo nela era um convite para a tentação. Eu devia me controlar. Afinal ali, a beira da piscina, não havia muito a fazer, se bem que, ideias não faltavam. Saí da água e disse a ela:

– Vou fazer mais uma caipirinha, você quer?

– Quero sim. Faz uma de frutas mistas para mim. Respondeu. Quando voltei, Renata havia se deitado em uma espreguiçadeira. Entreguei a caipirinha a ela.

– Está uma delícia! Só que desse jeito já já fico de fogo! Ficamos ali ainda, conversando por um certo tempo, enquanto o sol lentamente se punha, e nos brindava com uma vista maravilhosa.

– Está começando a esfriar, não é mesmo Márcio? Deve ser este vento. Acho que vou entrar e tomar um banho.

– Por que não fazemos uma sauna antes, o que você acha? Vais ser relaxante, e quem sabe ajuda a limpar nosso organismo destes exageros todos. Sugeri.

– Sabe de uma coisa, até que não é uma má ideia. Mas nada de gracinhas para cima desta moça indefesa e levemente embriagada hem! Disse dando uma gostosa risada. Quando Renata foi se levantar, perdeu o equilíbrio, e caiu de volta na espreguiçadeira. Entre risos falou:

– Está vendo só, eu não disse que ia acabar ficando de fogo.

– Deixe-me ajudar esta pobre e indefesa criatura alcoolizada. Falei sorrindo, enquanto estendia minhas mãos para ela. Renata as segurou, e eu a puxei em minha direção propositalmente.

Quase nos tocamos. Estávamos tão perto um do outro que eu podia sentir sua respiração. Permanecemos alguns segundos assim, até que passei um braço por seu ombro, e disse:

– Vamos, está mesmo ficando frio aqui. Enquanto caminhávamos até a sauna, eu podia sentir o calor do corpo de Renata encostado ao meu.

Carlos e Sílvia haviam conseguido criar ali um ambiente muito agradável. Abrindo-se a porta de vidro jateado, o que dá privacidade ao recinto, entra-se em um salão bastante amplo. Ao fundo podemos ver as portas que dão acesso às saunas úmida e seca. À direita um deck de madeira com uma pequena piscina de aproximadamente 2×3 m, e mais ao lado duas duchas.

Do lado esquerdo, algumas espreguiçadeiras, rodeadas por plantas, e atrás delas, uma sala para massagem muito agradável e bem decorada e os vestiários.

Renata me pegou pela mão, dizendo: – Este espaço é mesmo muito gostoso. Sempre que sou convidada, passo algumas horas aqui relaxando. Venha, vamos tomar uma ducha.

Enquanto eu tentava acertar a temperatura da água, Renata rapidamente se refrescou, e depois ficou me olhando com as mãos na cintura.

– Como é, tá difícil aí? Disse rindo.

– Vamos, estou gelada. Pegou duas toalhas, e me puxou para dentro da sauna seca. Me deu uma toalha, estendeu a outra na parte inferior do banco e deitou-se de bruços.

Como ali não sobrou espaço para mim, sentei-me na parte de cima, mas em compensação, com uma vista maravilhosa, aquela bunda deliciosa de Renata. Isto foi o suficiente para me deixar excitado. Uma certa movimentação começou a acontecer por debaixo do calção.

Renata era mesmo um pedaço de mau caminho. Meus olhos passeavam por aquela delícia. Ombros, costas, bunda, pernas. Era mesmo impossível não pensar em sacanagem. Eu estava ali, imerso naqueles pensamentos nada religiosos, quando de repente, como que adivinhando, ela se levantou.

Foi tão rápido e repentino, que até tomei um susto. Virou-se para mim e disse:

– Vou tomar uma ducha. Ainda fiquei alguns minutos, e também sai, pois afinal estava ficando muito quente lá dentro.

Tomei uma ducha gelada, que me fez voltar ao estado normal, e me acomodei na espreguiçadeira ao lado de Renata. A temperatura do lugar estava bastante agradável, me recostei, fechei os olhos, e deixei-me levar pela preguiça.

Com isso acabei cochilando, e nem percebi que Renata havia saído. Apenas me dei conta disto, quando ouvi o barulho da porta de vidro sendo aberta, e a vi entrando com uma necessaire nas mãos. Deitou-se e começou a passar lentamente nas pernas o que parecia ser um óleo hidratante. Passou também nos braços, barriga, peito, e depois me estendo o frasco pediu:

– Márcio, faça-me um favor, passa nas minhas costas. Levantei, peguei o frasco, enquanto Renata se virava dando as costas para mim. Coloquei uma pequena quantidade nas mãos e passei a espalhar o óleo pelos seus ombros e pescoço fazendo uma leve massagem.

Ela parecia estar gostando, pois vez ou outra contraia os ombros, pressionando minhas mãos contra seu pescoço. Deixei meus dedos descerem por seu peito, até quase tocar a fenda formada entre aqueles seios deliciosos, e depois acompanhando o tecido do biquíni deslizar para os lados até debaixo de seus braços.

Repeti estes movimentos algumas vezes, enquanto de leve pressionava aquelas duas maravilhas. Não havia como esconder a ereção sob o calção. Renata estava gostando da brincadeira, pois deixou o corpo pender para trás, apoiando as costas nas minhas pernas. Nisto encostou o pescoço em meu pau, e pode sentir como ele estava duro, mas aquilo não a incomodou, tanto é que até se mexeu algumas vezes, como que para acomodá-lo melhor entre os ombros.

Percebi que ela também estava ficando excitada, pois os biquinhos dos seios, até então apenas se delineando agora pareciam querer furar o tecido. Desci minhas mãos novamente, mas desta vez forçando os dedos para debaixo do biquíni. Segurei seus seios enquanto com a ponta dos dedos apertava aqueles biquinhos durinhos. Renata começou a suspirar, enquanto forçava as costas contra mim. Me pau pulsava dentro do calção, enquanto eu me deliciava com o toque de sua pele. Segurei-a então pelos braços e disse “Vem, vamos pra a sala de massagem”. E fiz com que se levantasse.

“Ok, senhor massagista, mas tranca aquela porta.” Respondeu, enquanto pegava uma toalha.

Quando cheguei Renata já estava deitada de bruços na maca, com a cabeça apoiada nos braços. Peguei o óleo e deixei um pequeno jato escorrer perto dos ombros. “Cuidado Márcio, não quero que manche o biquíni”, e soltou o nó que o prendia nas costas. Suavemente fui espalhando o óleo em suas costas.

Devagar, em movimentos circulares, descendo dos ombros até perto da cintura, e exercendo com os polegares uma pequena pressão na coluna. Chegando perto daquela bundinha deliciosa, deixava meus dedos correrem para a lateral de seu corpo, e subia novamente até tocar de leve a curva de seus seios. Repeti algumas vezes estes movimentos. Sentia o calor de sua pele, e podia escutá-la gemendo baixinho. Eu estava com muito tesão, mas também queria prolongar ao máximo aqueles momentos todos. Desci minha mão pela perna, e segurando seu tornozelo, me posicionei atrás da maca.

Deixei um fio de óleo correr das coxas até a panturrilha, e começo a espalhar com a ponta dos dedos. Sua pele arrepia ao meu toque, e Renata discretamente afasta as pernas. Pego um de seus pés, e começo a massagear os dedos, bem devagarzinho, um por um. Desço para a sola. Faço uma leve pressão com os polegares e em movimentos circulares chego até calcanhar. Aperto de leve. Volto com a palma da mão deslizando pelo peito daquele pesinho delicioso, enquanto vou levantando em direção a meu rosto. Encosto meus lábios na pontinha dos dedos e beijo suavemente. Deixo a ponta da língua passar por eles, e ouço Renata suspirar de leve. Pego o outro, e deixo um pouco de óleo correr pela sola. Começo a espalhar com a ponta dos dedos.

Vou repetindo a massagem, primeiro os dedos, a sola acompanhando a curva e pressionando levemente. Nisto sinto Renata encostar seu outro pé na minha coxa, e começar um pequeno movimento de sobe e desce, até tocar o meu pau. Aperta um pouco enquanto vai acariciando com os dedos. Que sensação deliciosa. Ela vai passando de um lado para o outro, como que para medir o tamanho dele.

Eu continuo com a massagem entre seus dedinhos, mas o esfregar de seu pé faz com que minha excitação vá aumentando. Minha respiração acelera e percebo que vou gozar. Afasto seu pé. Não, ainda não era hora. Volto para o lado da maca e derramo um pouco mais de óleo sobre suas coxas. Quando as toquei para espalhar, Renata suspirou um pouco mais alto, arqueou o corpo apoiando-se nos cotovelos, e afastou as pernas um pouco mais. Deixei minhas mãos correrem primeiro pela lateral das pernas. Dos joelhos até a parte exposta das nádegas.

Depois pela parte interna das coxas, até quase tocar a virilha. Ia repetindo os movimentos, enquanto sua respiração acelerava, e ela se contorcia levemente. Por vezes juntava as pernas, esfregando uma contra a outra, e depois as afastava de novo. Meu tesão só ia aumentando. Segurei-a então pelas nádegas, e com a ponta dos dedos afastei um pouco mais o seu biquíni.

Comecei a acariciar aquela bunda deliciosa, deixando às vezes um dedo escorregar por debaixo do tecido. Renata se remexia e passou e gemer um pouco mais alto. Num certo momento, quando a toquei entre as pernas, ela segurou minha mão, e se virou de frente. Olhava fixamente para mim e deixou a cabeça apoiar na maca. Seus braços encostados ao corpo acentuavam as curvas daqueles seios maravilhosos. Com a mão livre deixei correr um pouco de óleo sobre aquelas duas delicias, e comecei a espalhar com a ponta dos dedos.

Ainda segurava minha outra mão com força, e a puxou para cima, como que me dizendo o que fazer. Com a ponta dos dedos circundo suavemente as auréolas e depois passo sobre os biquinhos durinhos de tesão de um lado para o outro. Vou apertando e esfregando de leve. Nisto, com as costas da mão, Renata começa a esfregar meu pau. De um lado para o outro, em movimentos bem lentos, sentindo todo seu tamanho. Eu me abaixo e começo a beijar seus seios. Vou de um para o outro. Chupo os biquinhos, mordo de leve, e deixo minha língua passar sobre eles. Renata passa a gemer mais alto e me aperta com força. Enfia os dedos dentro de meu calção e puxando para baixo deixa meu pau saltar para fora. Segura a cabeça e começa a massagear em leves movimentos de ir e vir, passando pela glande e voltando. Seu rosto está tão próximo, que consigo sentir sua respiração quente.

Seu olhar se concentra naquilo que está fazendo e a ponta da língua aparece entre seus os lábios. Parece querer me tocar. Vai aproximando o rosto até encostar de leve. Me Deus, aquilo me levou a loucura, e para não gozar no rostinho de Renata tive que pensar na alta do dólar e nos preços de nossos insumos. Volto a me concentrar nela.Deixo minha mão correr por sua barriga até encontrar a calcinha do biquíni. Solto o nó de um dos lados, e vou tirando devagar. Encosto a ponta dos dedos em sua bucetinha já totalmente molhada. Renata geme fundo, e aperta suas coxas prendendo minha mão. Enfio meu dedo médio e vou mexendo bem devagar, enquanto com o polegar esfrego seu clítoris.

Ela se contorce toda, abre bem as pernas, e acelera os movimentos em meu pau. Fico de frente para a maca e de joelhos abraçando suas coxas começo a chupar esta delícia. Primeiro dou apenas um beijinho, e depois passo a língua baixo debaixo para cima. Ela estremece, arqueia o corpo e começa a se mexer em movimentos circulares elevando os quadris em minha direção. Começa a me puxar pelos cabelos, como se quisesse enfiar minha cabeça dentro de si e entre gemidos pede “continua Márcio, e vou gozar, não para, não para”.

Mas eu paro.

Seguro suas pernas e começo a me levantar. Renata aperta meu braço e me puxa ao seu encontro. Com uma das mãos pego-a pela cintura e com a outra vou esfregando a cabeça de meu pau entre suas pernas. Como que hipnotizada e apoiada nos cotovelos, ela fica observando meus movimentos enfiando as unhas em meu braço. Vou enfiando devagar, e em movimentos lentos deixo apenas a cabeça entrar e sair.

Suspirando e com a respiração acelerada quase grita “Márcio enfia tudo, quero sentir você todinho dentro de mim”. Levanto suas pernas, apoio nos meus ombros, e puxando-a para mim deixo meu pau entrar até o fim. Ela solta um gemido alto e começa a mexer os quadris. Vou enfiando e tirando, primeiro lentamente, mas à medida que seus gemidos vão ficando mais altos acelero meus movimentos. Renata estava tão excitada que não demorou muito para gozar.

Deu um grito, me puxou pela cintura, e me segurando dentro dela ficou se contorcendo em espasmos. A cada um deles forçava o quadril em minha direção, não me deixando escapar. Eu ainda tinha gozado, mas ela me segurava tão firme, que eu não conseguia me mexer.

Por fim largou o corpo sobre a maca, e me soltou. De olhos fechados, e com a respiração ainda acelerada passou a acariciar os seios, como que ainda imersa em todas as sensações. Meu pau latejava, e completamente extasiado com aquela cena comecei a me movimentar novamente dentro dela. Foi quando, ouvimos vozes do lado de fora. Era Carlos que falava com o caseiro.

Tomamos um puta susto, e a broxada foi imediata. Renata pulou da maca, pegou seu biquíni e correu para dentro da sauna. Eu vesti rapidamente meu calção, destranquei a porta, e me deitei na espreguiçadeira fazendo de conta que cochilava. Pouco tempo depois Carlos entrou.

– E então meu amigo, está aproveitando a sauna? E Renata onde está, pensei que estivesse com você? Será que ela foi descansar.

– Muito bom aqui Carlos. Renata estava aqui também, mas acho que acabei cochilando e não vi se ela saiu. Respondi. – Eu só vim avisar que Sílvia e eu vamos dar um pulo rápido na cidade para ver algumas coisas que faltam para as pizzas de mais tarde.  Logo estaremos de volta. Até depois.

Quando Carlos saiu fui até a sauna, mas Renata não estava lá. Estranho, tinha certeza de que ela havia se dirigido até ali. Abri então a porta da sauna úmida. O vapor tomava conta de todo ambiente, e no meio dele consegui identificar sua silhueta. “Vejam só, foi aqui então que a fujona veio se esconder!”

– Não brinca Márcio, tomei um susto enorme, imagina se eles nos pegam no flagra.

– É, poderia ser um pouco constrangedor. E peguei-a pela cintura.

Ela rapidamente se desvencilhou e falou “Chega Márcio, perdi o pique. O seu amigo fez esfriar tudo. ”

– Mas que sacanagem Renata, você vai me deixar na vontade?

– Azar o seu. Quem mandou ser demorado. Vou tomar banho. E dizendo isto saiu rindo da sauna.

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Será que Renata vai deixar o nosso amigo Márcio na mão? Depois de todo esse alvoroço na Sauna, o que será que vai acontecer depois da pizza? Se quiser descobrir, aguarde a parte II deste conto aqui no Jardim do Prazer.

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