Conto Erótico – Carinho no carro

Conto Erótico – Carinho no carro
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Imagino que este seja o primeiro conto erótico homossexual do site e espero que depois desse muitos outros apareçam.

Julho trás uma das semanas mais frias do ano em São Paulo e neste ano não poderia ser diferente, mas arrumei uma forma depravada para me aquecer e tudo começou com um carinho no carro. Meu nome é Henrique, tenho 25 anos e estudo arquitetura.

O percurso da minha casa até a Faculdade é extenso e por isso, desde o começo do curso, pego carona com um amigo. Apesar de sermos próximos, nunca havia notado em como ele era adorável e, além de tudo, muito bonito. Seu nome, Alex.

Havia muito tempo que não me envolvia, sexualmente, com alguém. Poderia dizer que estava quase subindo pelas paredes e aqueles cabelos castanhos bem claro, unido com a sua barba cheia que lhe cobria bem as bochechas, o bigodinho e o queixo, faziam meu corpo se arrepiar só em pensar nele roçando o meu pescoço. Sua pele era clarinha e ele tinha uma barriguinha que era um charme.

Após a tensa semana de provas decidimos nos encontrar com a turma para comemorar o fim de mais um semestre e nos prepararmos para as férias. Descanso merecido. Foi quando Alex parou na frente de casa com seu carro e buzinou. Desci, correndo, para encontrá-lo. Naquele dia, vestia uma jaqueta de couro, com camisa xadrez por baixo e uma calça jeans. Tinha uma bota que era uma gracinha nos pés. Definitivamente, um gato. Escolhi uma camiseta e uma calça jeans qualquer, mas sempre bem arrumado, além da barba bem aparada e sempre cheiroso.

Cumprimentei Alex com o melhor aperto de mão que pude, sentindo a sua pele quente e os dedos contra os meus e depois de me sentar ao seu lado, com a outra mão livre, apalpei de forma delicada entre suas pernas. Sentia o volume do pau dele sobre as calças e morri de tesão. De primeiro momento ele parecia não ter gostado, mas mesmo assim continuei com a mão ali e acariciando o seu membro, sentia ele ganhar volume. Alex disse que estava tudo bem por ele. Minha mão já punhetava ele sem parar; Meus dedos apertavam o seu pau com tanta vontade que seria difícil tirar a mão dali.

Trocamos muitos beijos enquanto eu acariciava ele e, finalmente, pude sentir o quão gostoso era aquela barba no meu pescoço. Me esfreguei nele feito um cachorrinho. Gemia em seu ouvido e podia sentir o corpo dele estremecer e se arrepiar. Não demorou muito para que pudesse sentir o seu caralho pulsar na minha mão sem parar e começar a gozar. Ele esporrou com tanta vontade que até manchou o banco do carro e eu me abaixei ali mesmo para chupá-lo. Mesmo que tivesse acabado de ter um orgasmo, mantive a boca firme e bem molhada lambendo-o e devo ter feito um dos melhores orais da vida dele por mais longos quinze minutos.

No final daquela noite, Alexe eu desistimos de ir para a confraternização da turma e acabamos em um motel, depois do ocorrido dentro do carro. Transamos e matamos nossas vontades e desejos um do outro e descobrimos o quão bom era estar ali do outro lado e provar de um novo fruto.

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