Boa de Voto e Boa de Cama

Boa de Voto e Boa de Cama
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O ano era dois mil e doze, o mês eu não me recordo, mas estávamos engajados na campanha eleitoral municipal. A movimentação de políticos, candidatos e eleitores no comitê eleitoral era muito grande. A tropa de choque da coligação eleitoral, composta por cinco partidos políticos, eram em torno de oitenta pessoas, entre coordenadores, responsáveis, cabos eleitorais, secretárias, motoristas e voluntários.

Eu ocupava uma coordenadoria, tinha sala própria, coordenava os trabalhos de colaboradores, acompanhava os resultados das intenções de votos medidos em sucessivas pesquisas, e ainda atendia os eleitores, que nos trazia sugestões e solicitações das mais diversas.

Eu sou um homem maduro e traquejado nas muitas campanhas eleitorais que já participei, mas desde o meu primeiro dia de serviço naquele comitê eu senti que algo diferente estava para acontecer. Em nossa primeira reunião de trabalho, eu notei a formosura diferenciada daquela candidata a vereadora. Tudo naquela criatura era perfeito, tudo estava nos devidos lugares e nas devidas proporções, o engenheiro da natureza havia feito os cálculos nos mínimos detalhes, não havia se esquecido de nada, mas nada mesmo. Duas coisas básicas me levaram a desviar os meus pensamentos: primeiro, eu ocupava um cargo de chefia dentro do referido comitê, portanto deveria dar exemplo de compostura; e o segundo motivo era que a madame era casada, aparentemente bem casada, e merecia o nosso respeito.

Como uma campanha eleitoral dura noventa dias, coordenadores e candidatos convivem muito tempo juntos, aquela proximidade uns dos outros é inevitável, a gente viaja junto, cria um clima de intimidade e liberdade para comentar qualquer tipo de assunto, e às vezes até para abordar alguns pontos mais confidenciais dos casamentos ou relacionamentos.

Certa vez a gente estava voltando de um comício no distrito, já era tarde, quase madrugada, para espantar o sono a gente conversava de tudo para distrair uns aos outros, até que em determinado momento o assunto desviou para casamento, relacionamento, prazer e sexo. Carla, aquela musa candidata a vereadora, revelou que casou muito cedo, que inicialmente pensava estar eternamente apaixonada, mas logo descobriu que tudo não passava de ilusão, que o casamento havia caído na rotina, era como os dois – marido e mulher – estivessem cumprindo as cláusulas de um contrato, um contrato que teve data para iniciar e não tinha data para findar, era um suplício eterno. Não, não era suplício. Eles eram bons amigos, mas não tinha atração sexual, raramente faziam sexo, e quando isso acontecia era uma coisa sonsa e sem prazer. Havia tanto tempo que ela não tinha prazer, que já havia esquecido o gosto de um orgasmo. Aquele assunto aparentemente despretensioso acendeu uma chama de esperança dentro de mim, se tivesse uma oportunidade eu tentaria, mas como estávamos na companhia de outras pesoas, eu fiz de desentendido e fiquei calado. Os dias foram passando, mas aquele assunto ficava martelando dentro da minha cabeça, mil fantasias alojavam dentro da minha cabeça. Quando dei por fé eu já estava provocando situações para que eu ficasse mais vezes, ou mais tempo sozinho com aquela escultura viva sexual, tudo nela me fascinava: olhar, o jeito de falar, o jeito de andar; eu tirava a roupa dela no pensamento, mil vezes por dia. Naquele dia várias pessoas do nosso comitê foi na cidade vizinha dar uma força no comício do candidato nosso correligionário, já era madrugada quando terminou o comício. Na hora de retornar para nossa cidade, ela desistiu de retornar no carro que ela havia ido e veio comigo. Como tinha mais duas pessoas junto, foi uma viagem normal, apesar da minha relativa tensão, apreensão e tesão. Comecei distribuindo as pessoas de forma que ela seria a última, quando já estávamos sozinhos no carro aleguei que tinha de passar no comitê para ter certeza de que minha sala havia sido trancada corretamente. Ao chegar no comitê ela desceu dizendo que iria tomar água. Quando ela curvou para pegar uma garrafa d’água dentro da geladeira, eu passei a mão naquele bumbum arrebitado e arredondado como uma lua cheia. Ela disse: “Não, não faz isso”… Mas pela forma da reação dela, tive plena convicção de que ela havia gostado; entendi que o sinal estava verde para eu continuar. Num movimento mais brusco e rápido eu a abracei por trás, abracei forte, passei o queixo na sua nuca e ela estremeceu tudo. Ela continuava tentando esboçar uma reação, mas eu atacava de todas as formas para dominar aquela gostosa, até que ela virou de frente comigo e beijou-me ardentemente, sua boca estava gelada, ela de olhos fechados me beijava ardentemente, já dominada pelo desejo e pelo tesão. Não sei precisar quantos minutos ficamos ali enroscados, logo depois já estávamos em cima de um sofá, que minha mão já tinha percorrido todas as curvas daquela escultura humana, daquela máquina ávida de desejo, de vontade de fazer sexo, de vontade de gozar. Aos poucos eu fui tirando sua roupa, pois ela já havia tirado a minha. Quando ela estava só de calcinha, eu a deitei em cima do sofá e comecei puxar a calcinha dela com os dentes, passava a língua naquela bucetinha molhadinha de desejo e ela estremecia toda e gritava de prazer. Ela me pedia: “Põe. Põe tudo dentro de mim”… Aos poucos eu fui penetrando o meu cacete naquela bucetinha umedecida e ardente de desejo, como ela estava molhadinha o cacete entrou tudo sem dor e sem trauma, mas ela urrava de prazer. Logo ela explodiu num múltiplo orgasmo e desfaleceu, aguardei alguns minutos para ela restabelecer as forças e comecei um vai-e-vem bem cadenciado, ela me pedia “não goza não, não goza não”. De repente ela começou a rebolar com força. Com mais força. Até que gozamos simultaneamente. Ela parecia desfalecida de tanto que gozou. Confessou que estava realizada, que nunca tinha imaginado que fazer sexo de verdade era tão gratificante e gostoso. Que tinha consciência da loucura que acabara de fazer, mas não estava arrependida, pois, nunca tinha feito sexo daquela forma e daquela intensidade; mas já que havíamos caído em tentação, ela queria fazer tudo de novo outro dia, mas de forma diferente, na cama, com tranqüilidade e num lugar adequado para uma noitada de amor e sexo. Desde aquele momento já ficou acertado que sairíamos novamente na próxima semana. Deixei-a em sua casa e fui para a minha. Deitar eu deitei, mas dormir eu não conseguia, aquelas cenas ficavam passando na minha cabeça como um filme; amanheci sem pregar o olho, e fazendo planos de como seria a próxima sessão de amor e sexo.

Três ou quatro dias depois ela cruzou comigo no comitê e disse: “É hoje, meu marido viajou e temos que aproveitar. Mais tarde combinamos tudo, hora, local; passei o resto do dia fazendo planos.” A noite, na hora combinada, ela foi de carro para a cidade vizinha, eu também fui e nos encontramos no lugar combinado; ela deixou o carro dela num estacionamento e fomos para o motel da cidade.

Ao chegar ao motel, eu pedi a suíte presidencial, pois, aquela noite seria uma noite para ficar na história. A suíte presidencial tinha tudo de bom que pudéssemos imaginar; a banheira de hidromassagem já estava ligada, a gente mergulhou naquela espuma perfumada entre beijos e abraços. Fizemos sexo naquela noite como dois namorados adolescentes, a gente não tinha vontade de parar de fazer sexo. Ela não era acostumada ser chupada, quando eu passava a língua dentro da sua bucetinha ou mamava no seu grelo ela gritava de prazer. Num determinado momento, quando eu estava dando uma chupada bem caprichada ela gozou tudo na minha boca. Mesmo sem ter a devida experiência, ela mamava gostoso no meu cacete, mas resistiu que eu gozasse na sua boca, dizia ter o estômago fraco e não conseguiria.

Depois de uma, duas fodas bem caprichadas voltamos para a banheira, eu alisava a sua bucetinha, bolinava o seu grelo, enfiava o dedo na bucetinha; apesar da sua resistência eu insistia em enfiar o dedo no seu cuzinho. Inicialmente eu comecei fazendo uma massagem, depois tentava enfiar o dedo, mas ela não deixava; fui insistindo e ela foi gostando, enfiei a cabeça do dedo, depois o dedo todo, virei ela debruço na beira da banheira, comecei passando sabão naquele cuzinho, depois encostei a cabeça do cacete, esfregava o cassete pra cima pra baixo, ela foi ficando excitada. Encostei a cabeça do cacete bem na porta daquele buraquinho, foi ela que tomou a iniciativa, ela forçava o corpo dela contra o meu corpo, como o cuzinho dela tava todo ensaboado, eu senti o cacete deslizando pra dentro daquele buraquinho virgem. Ora ela gritava de dor, ora ela gemia de prazer enquanto o cacete foi arrombando aquele buraquinho. Depois de muito jeito e muito carinho o cacete já tinha entrado tudo, mas ela não agüentava mexer. O tempo foi passando, e aquele cuzinho foi se acostumando com a grossura e o comprimento do meu cacete. Aos poucos ela começou a rebolar. Depois que ela perdeu o medo, eu comecei a bombar, inicialmente bem devagarinho, depois fui aumentando a dose. De repente ela já pedia que bombasse com força… Com mais força… Com mais força… Enquanto eu bombava, minha mão massageava o seu grelo, até que ela começou gemer alto… Mais alto… Então ela encheu minha mão de porra. Aproveitei a oportunidade e enchi aquele cuzinho de porra também.

Depois de um bom banho, tomamos um drink para ajudar recompor as energias, conversamos bastante como dois namorados apaixonados; inclusive naquela noite mesmo mudei de candidato a vereador. Deixei o meu candidato de lado e aderi à beleza e sexualidade daquela candidata a vereadora.

Passados alguns dias veio à eleição, ela foi a mais votada da nossa coligação; a partir do dia primeiro de janeiro de dois mil e treze ela foi à primeira mulher assumir uma cadeira na Câmara Municipal da minha cidade, depois de algumas negociações ela virou a Presidenta da Câmara também. E eu continuo assessorando a madame na Câmara e na cama; ora presto serviço na secretaria da Câmara Municipal, ora dou expediente na suíte da casa dela, outrora na suíte presidencial do motel da cidade vizinha. Comigo ela redescobriu o vulcão sexual que estava adormecido dentro dela, como sou solteiro, tenho vinte e quatro horas por dia disponível para atendê-la.

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Artigo escrito pelo leitor Titoféle.

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Uma política muito proeminente não sabia o que era um bom sexo até conhecer o coordenador de sua coligação. Eles iniciam, então, uma longa jornada sexual.
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